Direi mil razões que a vida vale a pena. Enquanto tiver vida serei a facilidade para tal percurso neste mundo, mundo este, pequeno. Com sua pequenez, sua mesquinha e retrógada razão sem ter razão para viver. Amemos porque os que não amam não sabe viver, disfarça olhando os outros com preconceito. Desprezíveis porque não sabe aproveitar os momentos oportunos que surjem para alterar o curso que corre sem que perceba. Somos aproveitadores do amor, da liberdade, do mundo sem fronteira, da paz no mais amplo sentido da palavra conceituada pela acadêmia. Serei o cultivador da não violência em todo os sentidos. Serei o divulgador da diversidade, do amor plural sem rejeição porque tem espaço para sê-lo.
Poty - 31/12/2011
segunda-feira, 2 de abril de 2012

Por Joaquín Salvador Lavado, mais conhecido como Quino
"Numa sociedade decadente, a arte, se for verdadeira, deve também refletir a decadência.
E a menos que queira atraiçoar a sua função social, a arte deve mostrar o mundo como mutável e ...ajudar a mudá-lo. "Ernst Fischer"
Não, a pintura não é feita para decorar os apartamentos. É um instrumento de guerra ofensiva e defensiva contra o inimigo."Pablo Picasso"
A arte não é necessária! É apenas indispensável!!!" - Carl Djerass

Acho que, justamente porque nunca fiz parte de nenhum padrão, sempre tive grande empatia pelos que vivem à margem (?), pelos “desencaixados”, pelos “diferentes”. Rendo-me frequentemente ao gosto agridoce dos flagelados, dos que tendem ao ab...andono, dos excluídos. Porque é desse desconforto que vi nascer tanta solidariedade, compaixão e coragem.
E gosto disso.
E, se nosso mundo é capaz duma violência silenciosa, que tantas vezes vem disfarçada de brincadeira, mas que machuca, segrega, e põe a parte... temos que saber que padronizar pode até parecer adequado, mas logo vai gerar um grande desconforto.
Porque isolar é ferramenta dos covardes.
É subtrair, sempre.
E bonito nessa vida é saber acolher o pedaço da gente que não pode ser integrado, que não cabe em nenhum lugar comum.
Bonito mesmo é saber que é justamente nas diferenças que somos tão iguais.
Porque, sinto muito, mas minha melhor metade é esta mesmo, a desencaixada.
(Autor Desconhecido)
Filhos de Áries (Oswaldo Montenegro)

Áries o primeiro signo
Do carneiro apaixonado
Tem em Marte seu designo
... E no fogo seu reinado
Nas estrelas seu delírio
Seu amor enciumado
Nos limites seu martírio
Seu mistério revelado
Louco signo das correntes
De emoções arrebatas
Ariana dos repentes
Explosões descontroladas
Desistências inesperadas
Ariana como o fogo
Nunca será dominada
Decisiva como o jogo
E a primeira namorada
Signo da sinceridade
Da vermelha cor do dia
Signo da velocidade
Da impulsão e eu nem sabia
Que era tanta madrugada
A derramar no coração
Como a rosa serenada
Se transforma e pinga ao chão
Derretendo ao fogo da paixão
domingo, 1 de abril de 2012
O ANALFABETO POLÍTICO

O pior analfabeto
É o analfabeto político,
Ele não ouve, não fala,
Nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe o custo da vida,
O preço do feijão, do peixe, da farinha,
Do aluguel, do sapato e do remédio
Dependem das decisões políticas.
O analfabeto político
É tão burro que se orgulha
E estufa o peito dizendo
Que odeia a política.
Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
Nasce a prostituta, o menor abandonado,
E o pior de todos os bandidos,
Que é o político vigarista,
Pilantra, corrupto e lacaio
Das empresas nacionais e multinacionais.
Bertolt Brecht
(1898-1956)
Que bobagem falar que é nas grandes ocasiões que se conhece os amigos!
Nas grandes ocasiões é que não faltam amigos. Principalmente neste Brasil de coração mole e escorrendo. E a compaixão, a piedade, a pena, se confundem com amizade, por isso tenho horror das grandes ocasiões.
Prefiro as quartas-feiras.
Mário de Andrade
Nas grandes ocasiões é que não faltam amigos. Principalmente neste Brasil de coração mole e escorrendo. E a compaixão, a piedade, a pena, se confundem com amizade, por isso tenho horror das grandes ocasiões.
Prefiro as quartas-feiras.
Mário de Andrade
Mas a filosofia hoje me auxilia a viver indiferente assim.
Nessa solidão sem fim, vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.
Quanto a você, da aristocracia, tem dinheiro, mas não compra alegria.
Há de viver eternamente sendo escravo dessa gente que cultiva a hiprocrisia.
Noel Rosa p/ Tom Jobim
Nessa solidão sem fim, vou fingindo que sou rico
Para ninguém zombar de mim.
Quanto a você, da aristocracia, tem dinheiro, mas não compra alegria.
Há de viver eternamente sendo escravo dessa gente que cultiva a hiprocrisia.
Noel Rosa p/ Tom Jobim
Desejo também que tenha amigos
Que mesmo maus e inconseqüentes
Sejam corajosos e fiéis
E que em pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar
Desejo ainda que você tenha inimigos,
Nem muitos, nem poucos
E que entre eles, haja pelo menos um que seja para que você não se sinta demasiado seguro.
Victor Hugo
Que mesmo maus e inconseqüentes
Sejam corajosos e fiéis
E que em pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar
Desejo ainda que você tenha inimigos,
Nem muitos, nem poucos
E que entre eles, haja pelo menos um que seja para que você não se sinta demasiado seguro.
Victor Hugo
Nunca conheci quem tivesse levado porrada
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo e eu, tantas vezes reles, tanta vezes porco, tanta vezes vil
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, indesculpalvemente
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas
Que me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Fernando Pessoa
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo e eu, tantas vezes reles, tanta vezes porco, tanta vezes vil
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, indesculpalvemente
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas
Que me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Fernando Pessoa
De repente do riso fez-se o pranto...
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente, não mais que de repente fez-se de triste o que se fez amante e de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinicius Moraes
E das mãos espalmadas fez-se o espanto
De repente, não mais que de repente fez-se de triste o que se fez amante e de sozinho o que se fez contente
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.
Vinicius Moraes
Eu sou aquele cara que você descartou
Aquele braço forte que você não confiou
Aquele mortal que você sempre ignorou
E que você nunca, nunca vai conseguir superar
... incapaz de se importar com alguém
um cara que você ingnorou e desfez matou a bola da vez.
Deita que eu sou tua sombra
Deita que eu sou teu estrado
Deita que eu sou tua esteira.
Paulinho Moska
Aquele braço forte que você não confiou
Aquele mortal que você sempre ignorou
E que você nunca, nunca vai conseguir superar
... incapaz de se importar com alguém
um cara que você ingnorou e desfez matou a bola da vez.
Deita que eu sou tua sombra
Deita que eu sou teu estrado
Deita que eu sou tua esteira.
Paulinho Moska
Paixão
Eu quero te mostrar o que é paixão
Como é indescritível o desejo
Na sua plena forma de insanidade
Na maravilhosa loucura de estar perto
Estar dentro embrulhado em suor em saliva
Em cheiro de êxtase em exaustão
Olhar através dos olhos travessos e infames
Com palavras despudoradas e puras
Vou te contar que o dia não tem fim
Que lá poderia ser o fim do mundo ou o paraíso
Que troca-se qualquer eternidade por aquele momento
Que trás a voz a cor, entontecido pelo cheiro, envolvido pela língua.
Quando a noite vai perdendo suas luzes e a idéia de estar voltando à lucidez traz consigo o
Embriaga mento da felicidade e do desespero
Da dor do afastamento
Dos minutos contados atentamente como ponte de reencontro
Quantos olhares de rapina cabem em um desejo
Ter o cuidado em não segurar tão forte para que não se escape
Quanta dor em soltar aquilo que nunca foi segurado
Estar apaixonado é viver a flor da pele
É estar em ponto de suicídio
É ficar com a mente amortecida
O corpo incendiado
É ser um privilegiado
Rosa 04/02/007
Como é indescritível o desejo
Na sua plena forma de insanidade
Na maravilhosa loucura de estar perto
Estar dentro embrulhado em suor em saliva
Em cheiro de êxtase em exaustão
Olhar através dos olhos travessos e infames
Com palavras despudoradas e puras
Vou te contar que o dia não tem fim
Que lá poderia ser o fim do mundo ou o paraíso
Que troca-se qualquer eternidade por aquele momento
Que trás a voz a cor, entontecido pelo cheiro, envolvido pela língua.
Quando a noite vai perdendo suas luzes e a idéia de estar voltando à lucidez traz consigo o
Embriaga mento da felicidade e do desespero
Da dor do afastamento
Dos minutos contados atentamente como ponte de reencontro
Quantos olhares de rapina cabem em um desejo
Ter o cuidado em não segurar tão forte para que não se escape
Quanta dor em soltar aquilo que nunca foi segurado
Estar apaixonado é viver a flor da pele
É estar em ponto de suicídio
É ficar com a mente amortecida
O corpo incendiado
É ser um privilegiado
Rosa 04/02/007
O último
Pés que pisaram um chão longínquo
Olhos que viram mudanças de tempos
Gerações que nasceram
Tempos que passaram
Ombros arcados pelo peso das lembranças
Rosto com marcas fincadas pelo uso
Memórias repletas de visões
Fantasmas caminham junto
Novos rostos lhe trazem esquecimento
O chapéu de palha é sua proteção
Esconderijo que lhe serve de invisibilidade
Testemunha de uma vida
Sua e de outros
Quantos nomes vivem em sua memória
O ultimo vive sem vida
Morto por seu coração
Perdido num tempo
Despreza esse tempo
Que não lhe pertence mais....
Rosa 01/03/2007
Olhos que viram mudanças de tempos
Gerações que nasceram
Tempos que passaram
Ombros arcados pelo peso das lembranças
Rosto com marcas fincadas pelo uso
Memórias repletas de visões
Fantasmas caminham junto
Novos rostos lhe trazem esquecimento
O chapéu de palha é sua proteção
Esconderijo que lhe serve de invisibilidade
Testemunha de uma vida
Sua e de outros
Quantos nomes vivem em sua memória
O ultimo vive sem vida
Morto por seu coração
Perdido num tempo
Despreza esse tempo
Que não lhe pertence mais....
Rosa 01/03/2007
O quarto era grande
O quarto era grande
Havia buracos a me assustar
Suas mãos eram lindas e seguras
Sua respiração poderia ser a minha
Em sintonia com a sua
O cheiro de mãe não era suficiente
O gosto do batom não a trazia pra mim
Mas o sol brilhava e a balança era boa
Estávamos juntas
Sonhávamos tudo o que não tínhamos
E com isso passamos a ter
Se você acreditasse, então tudo era verdade.
E a vida era boa
Gosto de cepilho ainda me dá a sensação de esconderijo
Dor de nariz ainda me faz feliz
Éramos juntas
Éramos sós
Éramos nós
Em homenagem a Rose, Roseli e Rosa
Havia buracos a me assustar
Suas mãos eram lindas e seguras
Sua respiração poderia ser a minha
Em sintonia com a sua
O cheiro de mãe não era suficiente
O gosto do batom não a trazia pra mim
Mas o sol brilhava e a balança era boa
Estávamos juntas
Sonhávamos tudo o que não tínhamos
E com isso passamos a ter
Se você acreditasse, então tudo era verdade.
E a vida era boa
Gosto de cepilho ainda me dá a sensação de esconderijo
Dor de nariz ainda me faz feliz
Éramos juntas
Éramos sós
Éramos nós
Em homenagem a Rose, Roseli e Rosa
há tempo
Nossa casa era um amontoado de tijolo
A luz vinha de uma sensível camisa
O chão era duro como terra, mas era nosso solo.
Era só o que eu conhecia
As paredes eram de caminhos sinuosos
Onde tudo era possível até certo coelho me encontrar
E me encantar
As luzes de natal eram escassas que até hoje as persigo
Dão-me clareado, embora não precise mais delas.
As noites eram frias, ventos que vinham de um telhado inacabado.
Onde o acolchoado era insuficiente
E as roupas eram finas que cortavam a pele
O dia era de um cinza que sinto saudade
Onde o cabelo vermelho se destacava
Para minha timidez
O bolo não era perfeito para minha vergonha
E o pãozinho era fatiado em três
O cheiro de pão queimado com margarina me trazia final de escola
E também estou ocupada para suas necessidades
A gaveta não dava cria
E a carne tinha seu preço
Então preferia a salsicha
Bem frita com companhia
Sem brigas
Eram as melhores
Sem falar na carne moída com temperos da dona Arminda
Tudo ficava mais lindo
Ah... mas quando um caminhão parava a nossa porta com tudo que é de bom
Como era bom
Sempre tinha cheiro de natal
Lembranças de andanças
Que não víamos
Apenas recebíamos
E não sabíamos por que tanta insatisfação
Mas era bom
Chegou a tempo
Sempre para nós ele chegou a tempo!
O motor estava quente
Provando que passou por tudo....mas chegou a tempo!
A luz vinha de uma sensível camisa
O chão era duro como terra, mas era nosso solo.
Era só o que eu conhecia
As paredes eram de caminhos sinuosos
Onde tudo era possível até certo coelho me encontrar
E me encantar
As luzes de natal eram escassas que até hoje as persigo
Dão-me clareado, embora não precise mais delas.
As noites eram frias, ventos que vinham de um telhado inacabado.
Onde o acolchoado era insuficiente
E as roupas eram finas que cortavam a pele
O dia era de um cinza que sinto saudade
Onde o cabelo vermelho se destacava
Para minha timidez
O bolo não era perfeito para minha vergonha
E o pãozinho era fatiado em três
O cheiro de pão queimado com margarina me trazia final de escola
E também estou ocupada para suas necessidades
A gaveta não dava cria
E a carne tinha seu preço
Então preferia a salsicha
Bem frita com companhia
Sem brigas
Eram as melhores
Sem falar na carne moída com temperos da dona Arminda
Tudo ficava mais lindo
Ah... mas quando um caminhão parava a nossa porta com tudo que é de bom
Como era bom
Sempre tinha cheiro de natal
Lembranças de andanças
Que não víamos
Apenas recebíamos
E não sabíamos por que tanta insatisfação
Mas era bom
Chegou a tempo
Sempre para nós ele chegou a tempo!
O motor estava quente
Provando que passou por tudo....mas chegou a tempo!
AQUIETA-ME SENHOR
Diminui as batidas do meu coração,tranqüilizando a minha mente;
Reduza meu passo apressado pela visão do eterno alcance do tempo;
Proporciona-me, entre as confusões do dia, a calma das montanhas perenes;
Abranda a tensão de meus músculos e nervos com o confortante murmúrio dos regatos que vivem em minha memória;
Ajuda-me a conhecer a restauradora magia do sono;
Ensina-me a arte de tirar férias de minutos, parando-me para olhar uma flor, conversar com um amigo, afagar um animal e ler algumas linhas de um bom livro;
Aquieta-me e inspira-me a lançar minhas raízes profundamente no solo dos permanentes valores da vida, para que eu possa crescer rumo às estrelas de meu destino maior.
Claudete Alves Eda
Reduza meu passo apressado pela visão do eterno alcance do tempo;
Proporciona-me, entre as confusões do dia, a calma das montanhas perenes;
Abranda a tensão de meus músculos e nervos com o confortante murmúrio dos regatos que vivem em minha memória;
Ajuda-me a conhecer a restauradora magia do sono;
Ensina-me a arte de tirar férias de minutos, parando-me para olhar uma flor, conversar com um amigo, afagar um animal e ler algumas linhas de um bom livro;
Aquieta-me e inspira-me a lançar minhas raízes profundamente no solo dos permanentes valores da vida, para que eu possa crescer rumo às estrelas de meu destino maior.
Claudete Alves Eda
Ainda somos tão jovens
Esse som me confunde
Entra em minha alma
Quase não acredito
Me traz dias felizes
Sonhos de minha vida
Serão os meninos de minha vida
Será verdade
Acho que não
Não há problema, é só ilusão.
Salva-me de minha ilusão
Sinto-me ok
Muitas pessoas me trazem sonhos
Muitos me avisam
Eu quase não acredito querem me salvar de mim mesmo
Querem que eu fique feliz
Me dão sonhos prontos como avisos
Muitas pessoas falam
Que em casos de salvação as procure
E eu digo, estou ok
Estranhos me dizem
Falam de uma vida feliz
Quase sabem de minha vida
Como sombras atrás de mim
Loucas pessoas com idéia de me salvar
Coitadas nem me conhecem
Procuram um lugar feliz para mim
Como um aviso
São sombras de minha vontade
Eu até queria acreditar nelas
Mas elas não sabem quem sou
Elas só querem me ajudar
Ahhh...coitadas, me sinto confusa
Sem problemas em relação as suas soluções
Eu não acredito nelas
Por minha responsabilidade
É minha responsabilidade
Como minha própria vida
Nem sabia que toda essa vida era minha responsabilidade
Mas a minha solução
Nesse tempo
Estou tão solta
Estou tão sem compromisso
Só com minha solução
Sou tão jovem!
Entra em minha alma
Quase não acredito
Me traz dias felizes
Sonhos de minha vida
Serão os meninos de minha vida
Será verdade
Acho que não
Não há problema, é só ilusão.
Salva-me de minha ilusão
Sinto-me ok
Muitas pessoas me trazem sonhos
Muitos me avisam
Eu quase não acredito querem me salvar de mim mesmo
Querem que eu fique feliz
Me dão sonhos prontos como avisos
Muitas pessoas falam
Que em casos de salvação as procure
E eu digo, estou ok
Estranhos me dizem
Falam de uma vida feliz
Quase sabem de minha vida
Como sombras atrás de mim
Loucas pessoas com idéia de me salvar
Coitadas nem me conhecem
Procuram um lugar feliz para mim
Como um aviso
São sombras de minha vontade
Eu até queria acreditar nelas
Mas elas não sabem quem sou
Elas só querem me ajudar
Ahhh...coitadas, me sinto confusa
Sem problemas em relação as suas soluções
Eu não acredito nelas
Por minha responsabilidade
É minha responsabilidade
Como minha própria vida
Nem sabia que toda essa vida era minha responsabilidade
Mas a minha solução
Nesse tempo
Estou tão solta
Estou tão sem compromisso
Só com minha solução
Sou tão jovem!
O poeta
Seu designo é observar absorver
Ser todos sendo ninguém
Ele é escriba, sem opinião, usando de todas as opiniões.
Viajando tranquilamente de mente em mente
Seu êxtase é ter todas as versões em suas mãos em seu papel
Desenha sentimentos em forma de símbolos adequadamente, com a destreza de formar o belo.
Sem abrir mão do feio, expondo sem pudor o que choca, pois não lhe diz respeito.
Nada lhe prende
Tem alma livre, presa em seu observatório.
Escondido atrás de sua obra fortalece-se
Sem ela é nu, é frágil é fraco.
Vive de ilusão de sombras de nuances
No silêncio de seus pensamentos elabora sua felicidade
Brinca com ela, muda de cor de lugar de imagem
Como rocha posicionada, presencia as águas correntes chocar-se ao seu encontro.
Arrebentando-se espumando, voltando a outra tentativa.
Imóvel ao choro das águas segue seu prazer, sua alegria.
Em paixão plena e eterna, leva em seus arquivos um amontoado de emoções.
Divide orgulhosamente e generosamente sua obra
Mas não sabe o caminho do seu próprio coração.
Rosa 15/02/007
Ser todos sendo ninguém
Ele é escriba, sem opinião, usando de todas as opiniões.
Viajando tranquilamente de mente em mente
Seu êxtase é ter todas as versões em suas mãos em seu papel
Desenha sentimentos em forma de símbolos adequadamente, com a destreza de formar o belo.
Sem abrir mão do feio, expondo sem pudor o que choca, pois não lhe diz respeito.
Nada lhe prende
Tem alma livre, presa em seu observatório.
Escondido atrás de sua obra fortalece-se
Sem ela é nu, é frágil é fraco.
Vive de ilusão de sombras de nuances
No silêncio de seus pensamentos elabora sua felicidade
Brinca com ela, muda de cor de lugar de imagem
Como rocha posicionada, presencia as águas correntes chocar-se ao seu encontro.
Arrebentando-se espumando, voltando a outra tentativa.
Imóvel ao choro das águas segue seu prazer, sua alegria.
Em paixão plena e eterna, leva em seus arquivos um amontoado de emoções.
Divide orgulhosamente e generosamente sua obra
Mas não sabe o caminho do seu próprio coração.
Rosa 15/02/007
Acorda amor
Peguei tua caneta
Usei teu papel
Emprestei teu caminho
Usei teus olhos
Lembrei da tua boca
Acomodei meu coração
Lavei minhas mãos
Fiquei com o olhar triste
Mas simples
Fechei a porta
Guardei minha alma
Atrás da porta
Olhei pra longe
E não te vi
Acorda amor
Vem te ver no meu papel
Chega perto
E veja como estou longe
Perceba como o dia é claro
Seja farto
Verifique o avesso
Pra que fique completo
Usei de paz
Essa eu já tinha
Acorda amor
Vem buscar o teu papel
Usei teu papel
Emprestei teu caminho
Usei teus olhos
Lembrei da tua boca
Acomodei meu coração
Lavei minhas mãos
Fiquei com o olhar triste
Mas simples
Fechei a porta
Guardei minha alma
Atrás da porta
Olhei pra longe
E não te vi
Acorda amor
Vem te ver no meu papel
Chega perto
E veja como estou longe
Perceba como o dia é claro
Seja farto
Verifique o avesso
Pra que fique completo
Usei de paz
Essa eu já tinha
Acorda amor
Vem buscar o teu papel
Tenho vergonha de mim (Rui Barboza)
Tenho vergonha de mim
... pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim,
pois faço parte de um povo,
que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha importância,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro!
De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto.
... pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim,
pois faço parte de um povo,
que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha importância,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro!
De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto.

Não percebi a chegada do outono. Mas eu sentia que estava embarcando numa nova estação: todas as árvores que (não) plantei, de repente, estavam nuas. E eu caminhava num tapete de folhas e flores. Os caminhos também se estreitaram e tive uma sucessão de perdas, ou melhor, tive uma sucessão de trocas. E assim, como toda pessoa que tem um coração pulsando, fiquei assustada demais com as mudanças. Mas agora já consigo perceber beleza na nudez de cada uma das minhas árvores prediletas. Elas apenas estão trocando de roupa enquanto eu troco de pele, tamanha cumplicidade.
Marla de Queiroz
sexta-feira, 30 de março de 2012
Vaso quebrado
Entre um feriado e outro vou me deliciando com a oportunidade de diminuir meu ritmo emocional da pressão do trabalho, do meu dia a dia, deixar o acaso tomar conta sem querer estressar-me; pra quê correr se posso chegar onde quero ir.
Vou apreciando com as paisagens.
Elas vão ficando para trás.
Tento apagar da memória todo período que me levou a dias de fúria, de angústia...
Este parar fez-me recuar.
Dar um passe atrás.
Ter bom senso.
Ser capaz de sofrer menos, assim ajudar-me e contribuir com dias melhores.
É diante deste momento que não serei a força bruta para não ser pego subitamente; o descaso poderá gerar fatal para o que não pensei ou pensei ser infalível.
Serei a causa da minha causa.
Então serei a macha ré antes que cai no abismo criado.
Aproveitarei este dia de folga para desafogar!
Ir sem pretensão de correr raivosamente,
Vou lentamente neste feriado.
Poty – 21/04/2011
Vou apreciando com as paisagens.
Elas vão ficando para trás.
Tento apagar da memória todo período que me levou a dias de fúria, de angústia...
Este parar fez-me recuar.
Dar um passe atrás.
Ter bom senso.
Ser capaz de sofrer menos, assim ajudar-me e contribuir com dias melhores.
É diante deste momento que não serei a força bruta para não ser pego subitamente; o descaso poderá gerar fatal para o que não pensei ou pensei ser infalível.
Serei a causa da minha causa.
Então serei a macha ré antes que cai no abismo criado.
Aproveitarei este dia de folga para desafogar!
Ir sem pretensão de correr raivosamente,
Vou lentamente neste feriado.
Poty – 21/04/2011
Está feito
Fiz
Marcou
Marquei
Registrei o feito
O caso foi
Não teve mais como desmanchar
Aconteceu
Desmarcar por que
Agora fica
... Não esquecerei
Por que esquecer
Se não consigo mais
Permanecerei sem
Mas firme no que desejo
Transcorrer com o devido tempo
Dar tempo ao tempo
Sem o prejuízo
Que me convém
Poty - 17/06/2011
Fiz
Marcou
Marquei
Registrei o feito
O caso foi
Não teve mais como desmanchar
Aconteceu
Desmarcar por que
Agora fica
... Não esquecerei
Por que esquecer
Se não consigo mais
Permanecerei sem
Mas firme no que desejo
Transcorrer com o devido tempo
Dar tempo ao tempo
Sem o prejuízo
Que me convém
Poty - 17/06/2011
Num toque longo e demorado. Para quê ter pressa neste imenso e sensível corpo se a essência é o passar das mãos nesta maciez que emociona a minha libido. Deixo para os incrédulos e ditadores do padrão corporal a sua insatisfação. Fico eu, com minha liberdade de imaginar quanto é prazeroso voar sem padronizar.
Poty – 28/01/2012
Poty – 28/01/2012
Mordendo o osso

Vai chupando, chupando, chupando...
E nem se nota que já chegou ao osso.
Fica mordendo, mordendo e não quer parar mais!
É desse jeito mesmo! Coisa de cachorro.
Somos animais também, às vezes deixamos de ser racionais e vamos pelo instinto...
Imagina se usássemos somente o instinto?
Seria em qualquer lugar comendo osso, carne etc...
Quando desse esta vontade, estivesse no cio...
É voraz!
Com mordidas fortes.
É profunda a insana vontade de morder.
Poty – 29/02/2012

Colocamos um punhado da sal num copo dágua
e outro punhado num lago...
A dor na vida de uma pessoa não muda
Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos
Quando sentimos a dor,a única coisa que se deve fazer
é aumentar o sentido de tudo q...ue está a sua volta
E dar mais valor ao que você tem,do que você perdeu
Em outras palavras:
Deixar de ser um copo dágua ,para se tornar um lago
Pensamento Zen-Budista

As vezes vou longe sozinho.
Como se a multidão não existisse sobre mim
Sinto o vazio, mas não um vazio sem nada vem com intenso pensamento sobre o que acontece ao meu redor.
Viajo com o olhar profundo no horizonte, mas estou pensando sobre meus atos e dos outros também.
Parece que estou em outra dimensão e vou continuando nela e as vezes ninguém compreende e não quero compreensão quero que aceite este êxtase único.
Poty – 02/03/2012
Quero tanto que aconteça este momento pessoalmente,
Só nós num lugar que caiba nós.
Sem interrupções.
Sem lamúrias.
O risco é nosso neste quarto, nesta casa, seja onde for. É só nosso.
Não tem senão.
... Tem reação
Comoção
Terá tudo que somos capazes...
Este lugar é o vestígio do que faremos.
Poty – 28/02/2012
Só nós num lugar que caiba nós.
Sem interrupções.
Sem lamúrias.
O risco é nosso neste quarto, nesta casa, seja onde for. É só nosso.
Não tem senão.
... Tem reação
Comoção
Terá tudo que somos capazes...
Este lugar é o vestígio do que faremos.
Poty – 28/02/2012
Língua

Esta borboleta pousou sobre mim e não deixei que fosse... Pensei/ pensei/ pensei e preferi voando para admirar suas cores da liberdade - cores como o Arco-Íris - foi assim que ela sempre voltava e pousava sobre mim, me deliciava, ficava sobre meu colo... Dava meu ombro, no meu corpo ela passeava... Durava, depois voava e voltava quando necessitava e assim se tornará minha borboleta favorita.
Poty – 30/10/2011

Enquanto enxugam as lágrimas
Continua a luta cotidiana
Dupla jornada de trabalho
Cozinha
Lava
Dar de mamar
... Ainda tem tempo para amar e se amada
Tem seus dilemas
Enfrenta com determinação
Vão chorando
Não deixa cair o que lhes impõe
Aprendeu a viver com diversidade numa realidade nua e crua
Não se entrega fácil
As vezes cai e do nada surge de bandeira em mão
Não importa que denominação queiram dar as sua ações
São importantes
Sejam feministas, socialistas seja o que for tem que ser para alterar o status quo, modus operandi, a discriminação etc...
Sabe reagir
Discernir
Decidi continuar esta milenar luta
Mulher não só por essência, mas que quer transformar esta triste situação.
Poty -8/03/2012

Tua timidez é fascinante. Fica com medo não sei do quê... Sei pensas em sofrimento por isso a mente pesa é coração de pedra e achas que não deve amar se apaixonar se soltar porque vai se sentir mal em amar com prazer e não vai se coresponder... Só se sabe se acontecer. Se deixar petrificado continua a doer. O sofrimento é uma escolha não por causa de que ama.
Poty – 02/03/2012

Sumiste porque
Te fiz algo
Que não gostou
Ou gostate
E não quer repetir
... Sente-se culpada de que?
Insistí
Deixaste
Somos culpados de que?
Se gostamos
Deixaste
Se gostamos
Para que ficarmos nos escondendo
Um do outro
Seremos a experiência viva
A presença corporal
E devemos acatar
E não punir
Pelo nosso ato
Da mais livre sensação de se estar
Do real prazer
E sentir o gozo de sermos uno
Poty 19/06/2010

A vida é constante, é a estação permanente...
Mas com paradas para momentos de descanso, recarregar as baterias, ver onde falhou e consertar para continuar a caminhada que segue com seus obstáculos, limites, com pedras por onde passa e flores, empenhos, brilho e assim vai...
É assim que com medo ou não e entre grade ou não que a vida permanece.
Poty – 21/01/2012
Chorar...Refletir...Avaliar...

Recomeçaçar
Não importa onde você parou …
em que momento da vida você cansou…
o que importa é que sempre é possível e necessário “Recomeçar”.
... Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo…
é renovar as esperanças na vida e o mais importante…
acreditar em você de novo…
Sofreu muito nesse período? Foi aprendizado.
Chorou muito? Foi limpeza da alma.
Ficou com raiva das pessoas? Foi para perdoá-las um dia.
Tem tanta gente esperando apenas um sorriso seu para “chegar” perto de você.
Recomeçar…
hoje é um bom dia para começar novos desafios.
Onde você que chegar?
Ir alto… sonhe alto…
queira o melhor do melhor…
pensando assim trazemos pra nós aquilo que desejamos…
Se pensarmos pequeno coisas pequenas teremos ….
Já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente lutarmos pelo melhor, o melhor vai se instalar em nossa vida.
“Porque sou do tamanho daquilo que vejo, e não do tamanho da minha altura.”
Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 29 de março de 2012
Grande Matheus
Foi naquele momento
Naquele curto espaço de tempo
O passado ficou pra trás
E o futuro pareceu distante
O chão desapareceu
As certezas igualmente
E vieram outras certezas
Agora tão incertas
Que acabaram com a tranqüilidade
Surgiu o desejo da liberdade
Mas ele é questionável
Como ser livre se até a liberdade tem limites?
Cristina Moschen - 13.03.12
Naquele curto espaço de tempo
O passado ficou pra trás
E o futuro pareceu distante
O chão desapareceu
As certezas igualmente
E vieram outras certezas
Agora tão incertas
Que acabaram com a tranqüilidade
Surgiu o desejo da liberdade
Mas ele é questionável
Como ser livre se até a liberdade tem limites?
Cristina Moschen - 13.03.12
quarta-feira, 14 de março de 2012
Te conheci ideologia e te descobri poesia
Pé no chão e alma na estrada
Chão
Fábrica, construção
Fez-se assim o teu canto e coração
Viajante
Fixou aqui raízes errantes
Vazantes de tanta emoção
- desta que se derrama na escrita -
À escrita, emoção para a escrita
Verso à verso com profusão
Sem se preocupar copm a crítica,
Vida psota na mesa
Exposição
Explosão.
Não serei eu nem será o outro
Está em ti
Sentido e sentimento
Toda a aceitação.
Mônica Montanari
Pé no chão e alma na estrada
Chão
Fábrica, construção
Fez-se assim o teu canto e coração
Viajante
Fixou aqui raízes errantes
Vazantes de tanta emoção
- desta que se derrama na escrita -
À escrita, emoção para a escrita
Verso à verso com profusão
Sem se preocupar copm a crítica,
Vida psota na mesa
Exposição
Explosão.
Não serei eu nem será o outro
Está em ti
Sentido e sentimento
Toda a aceitação.
Mônica Montanari
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Poesias na mesa
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Desnuda
domingo, 13 de novembro de 2011
É preciso
É preciso amor para corresponder
É preciso vida para viver
É preciso razão para saber
É preciso emoção para apaixonar-se
É preciso solução para resolver
É preciso amigos para conviver
É preciso paixão para o fogo acender
É preciso colo para o carinho atender
É preciso sofrer para acolher
É preciso dor para entender
É preciso acolher para sentir
É preciso gritar para ser ouvido
É preciso fazer para ter
É preciso ser amigo
É preciso ser
É preciso ter sem abusar
É preciso...
Poty - 29/03/2008
É preciso vida para viver
É preciso razão para saber
É preciso emoção para apaixonar-se
É preciso solução para resolver
É preciso amigos para conviver
É preciso paixão para o fogo acender
É preciso colo para o carinho atender
É preciso sofrer para acolher
É preciso dor para entender
É preciso acolher para sentir
É preciso gritar para ser ouvido
É preciso fazer para ter
É preciso ser amigo
É preciso ser
É preciso ter sem abusar
É preciso...
Poty - 29/03/2008
A flor da pele

... A flor da pele...
Da sua flor na pele
A pele na flor
Vai à dor
Que fica o odor
Sem se opor
Vai pondo a minha cor
Sem se expor
Vem com a tua
Vou com a minha
Rolando sem dispor
Expondo sem rancor
E sem pudor...
Foi gostoso
É gostoso
Estar gostoso
Ficará gostoso...
Tudo depende de tudo
E não fico querendo a chibata para me penitenciar
Poty – 25/03/2008
Madrugada

Madrugada é a essência das fantasias e desejos que despertam numa velocidade que a mente não esconde...
Faz-nos viajar onde não se pode chegar...
Remete-nos a loucuras que a noite tem...
Num lance que se imagina...
Vai chegando o dia
Com o sol batendo no corpo,
Mas espera-se dela
Como se fosse a Deusa
Com sua inocência,
Mas descaradamente
Sendo eterno deslumbre
Que penetra em nossa mente
A penumbra
Que dela recai sobre os infiéis,
Também os fies...
Entre os traídos e traidores,
Mas todos gostam
Deste frenesi...
Ela ficou para os amantes/amado-desalmados
Loucos insanos,
Mas com danos, desenganos,
Não será engano
Porque queremos viver
Do que ela trás.
Poty – 22/032008
Páscoa
Páscoa é libertação,
É vida nova,
É reconciliação,
É ver o outro como irmão,
É amor em si e nos outros também;
Páscoa é momento de refletir o ano vindouro,
É festejar a colheita...
Os frutos do trabalho;
Páscoa é dizer sim e também não...
Quando não se tem resposta de um mundo sem guerra,
Mas lutemos por paz.
Páscoa é momento de comer chocolate.
Páscoa é fertilidade representada pelo coelho por ser um animal muito fértil... Por isso brindemos à páscoa.
Poty - 22/03/2008
É vida nova,
É reconciliação,
É ver o outro como irmão,
É amor em si e nos outros também;
Páscoa é momento de refletir o ano vindouro,
É festejar a colheita...
Os frutos do trabalho;
Páscoa é dizer sim e também não...
Quando não se tem resposta de um mundo sem guerra,
Mas lutemos por paz.
Páscoa é momento de comer chocolate.
Páscoa é fertilidade representada pelo coelho por ser um animal muito fértil... Por isso brindemos à páscoa.
Poty - 22/03/2008
Outono

Dias melancólicos,
Mas de amor também
Dias inspiradores
Noites mais longas
Sol ameno
Tristeza vem
Brisa, vento
Neblina também
Folha no chão...
Um tom amarelado,
Mas um momento alado
Deixemos que chegue
E tiremos o que convém
No aconchego dele
Seremos amor/melancolia
Sem deixar a tristeza tomar
Conta do seu frio que faz bem
Poty – 20/03/2008
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