sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Fim do calendário Maia




Dia todo sem sol...
Deu trégua!
Calor ameno
Pelo menos

Chuva pra refrescar as ideias


As previsões mais ou menos
Sem calamidades
Os Deterministas ficaram sem terminar
Os ufanistas pior ainda não tem como se vangloriar

Vamos continuar sem acabar...
Deus sol
Hoje Deusa chuva
E assim se vai este mundo
Sem visão apocalíptica.
Poty – 21/12/2012

Força da natureza


Sobre sua morte
Revigora-se
Com força
Sem precedente.
Poty – 21/12/2012

Destruição


Sobre as montanhas
Seguia as nuvens
Com desdém
Que o ser humano
Não saberia entender.
Ele apenas
Fica a observar
O que destrói.
Poty – 21/12/2012

Imagina-se

















Quando não se vê, se imagina!
São tantas coisas que se vem à mente!
Pensamentos a mil!
Desejos também!
Tipo alucinação
Sensação de prazer corre nas veias
Não há explicação
Só se sabe o que sente é apenas fogo e atração.
Poty – 03/11/2012

Nada é belo




Você chega
Eu saio
Sem você perceber
Sou gente
E você arrogante

Lugares dito elitizados
Casta presunçosa
Pessoas ditas de classe
Não tem nada de belo
Tudo é burguês

Acham-se donos do que não criaram
Copiaram
Apropriaram-se
De dia é belo
Mas é banal


De dia tentam usar o belo
Mas usam da arrogância
Em sua soberba roupagem
De aparência arrogante
É vulgar

Com o que foi celebrado no gueto
Adaptaram
Com seu faz de conta
Desfizeram como se nada acontecia antes de chegar
E elitizaram dissimulando o que era belo

O pior é à noite
Ainda se acham diferentes
No meio da gente
Nem belo
Nem vulgar
Usam o ato de encenar
Poty – 11/12/2012

Dinheiro

Dinheiro vem dinheiro vai
Quero apenas a lua brilhando minha noite
Inverto meus sonhos
Amigos neste momento não serve
É pura invenção

Não tenho amigos
Sigo meu mundo
Tento rever nas estrelas o brilho que não tem
É ilusão
Fico buscando na noite o que não tem solução





Não quero ninguém
É triste o dia
Não me convém
É minha sina

Seguir a trilha que não tem fim
Vou ter o rio dentro de mim
Transborda sem parar

Não quero guardar fraqueza
Acabou ficarei sem nada
Mas terei o som das trombetas para sentir-me vivo
E continuar sonhando como se fosse voar para sempre
Poty – 09/10/2012