Quero ser teu gelo para esfriar o teu calor,
Fazer a reação térmica entre o teu fogo e gelo que acalma
Quero ser teu macho para te fazer,
Satisfazer-te
Deixar-te como nunca ficou...
Ser o teu escravo na cama
Para te fazer mulher/dama
Quero ser teu como nunca você teve outro...
Para te tocar como nunca foi tocada,
Acariciada,
Desejada...
Quero ser teu para você fazer tuas fantasias
Sem hipocrisia...
Ser teu homem abominável,
admirável
Que te faz estripulias
Quero ser teu para amar-te!
Quero ser teu para fazer de você menina
Que desatina...
Treme de tanto ver o que se destina
De um homem que faz calar pela retina
Quero ser teu de qualquer jeito
Sem reclamar do teu peito
Vou te dar colo e respeito,
Mas quero com todos os defeitos!
Quero-te para todos os momentos que não fizemos...
Pode ser o que não podemos,
Mas nós queremos
E faremos neste instante
Que seja inebriante, excitante...
Como queria que não acabasse aqui,
Mas quero ser teu!
Poty - 06/02/2008
domingo, 13 de novembro de 2011
A distância que faz lembrar
Você bem longe
Eu aqui,
Quanto mais longe
Sinto mais próxima...
Como se fosse uma eternidade a tua viagem...
Vem logo!
Que te amarei para sempre,
Como se fosse o começo...
Iniciando outra vez
E não deixar que a rotina tome conta,
Mas fazer dela a novidade de um novo amanhã
Não me deixe aqui...
Você bem longe,
Eu num mundo sem fim,
Mas vai acabar logo ali...
Conto os dias que faltam!
Não sei o que fazer mais,
Mas não perco a esperança
De que terás meus braços
E terei os teus.
Poty – 05/02/2008
Eu aqui,
Quanto mais longe
Sinto mais próxima...
Como se fosse uma eternidade a tua viagem...
Vem logo!
Que te amarei para sempre,
Como se fosse o começo...
Iniciando outra vez
E não deixar que a rotina tome conta,
Mas fazer dela a novidade de um novo amanhã
Não me deixe aqui...
Você bem longe,
Eu num mundo sem fim,
Mas vai acabar logo ali...
Conto os dias que faltam!
Não sei o que fazer mais,
Mas não perco a esperança
De que terás meus braços
E terei os teus.
Poty – 05/02/2008
Medo
Não devemos ter medo do outro, mas da maldade que o trai;
Não devemos ter que fugir, mas seguir;
Não devemos ter medo da liberdade, mas da prisão;
Não devemos remediar, mas arriscar;
Não devemos se esconder por causa do amor, mas por causa da violência;
Não devemos se esconder da vida, mas do que se acaba;
Não devemos ter medo da solidariedade, mas da indiferença;
Não devemos ter medo dos seres, mas da banalidade que as impõem.
Poty – 10/01/2008
Não devemos ter que fugir, mas seguir;
Não devemos ter medo da liberdade, mas da prisão;
Não devemos remediar, mas arriscar;
Não devemos se esconder por causa do amor, mas por causa da violência;
Não devemos se esconder da vida, mas do que se acaba;
Não devemos ter medo da solidariedade, mas da indiferença;
Não devemos ter medo dos seres, mas da banalidade que as impõem.
Poty – 10/01/2008
sábado, 16 de julho de 2011
Sentado no banco do hospital
Aquele vestido preto

Quando te vi naquele vestido preto,
Colado no corpo...
Dando forma...
Extasiou-me!
Quando chegou perto de mim
Com teu toque de menina mulher
Querendo abraço, beijo e carinho...
Fiquei embriagado
Com tua vontade
Com teu abraço
Teu aperto...
Num sufoco malicioso,
Mas gostoso
Eu,
Em minha mente
Você é minha
Neste momento...
Naquele instante,
Foi excitante!
O beijo que você me deu
A leveza do ser se tornava...
Não queria que fosse embora,
A noite se ia,
Mas o dia surgia
E o sol aparecia
Como queria que este dia fosse uma eterna magia,
Não como outro qualquer...
Vem mulher mata minha sede
Que te darei a minha água para ensopar nossa secura...
... Fantasia que viaja com tanta ternura...
Aquele vestido preto que me seduziu
No corpo da mulher tocando no meu
Fez-me sentir frio
Suei na dança que a toquei
Beija-me, beijo você.
Que o corpo respondeu
Cativou-me no toque que me deu.
Poty – 31/01/2008
Eu e você

Você apareceu como se fosse um relâmpago
Que queima fazendo barulho
Dando rajadas...
Mas acalma
A alma...
O fogo que acendeu,
Mas não matou
O corpo,
Apenas mexeu com a libido que ensandeceu...
No aperto
No tocar
No dançar
No beijar
No olhar
No querer ficar,
Mas fica para outro dia
Numa eterna sinfonia
... Quero você como a minha harmonia...
Sem tirar a tua,
A nossa alegria,
Mas seremos o que poderemos ser...
Sem remorso do que podemos fazer,
Mas faremos tudo de maravilhoso
Que a vida nos proporciona...
Apenas deixemos acontecer
E não querer saber...
Deixa acontecer...
Viajaremos onde ninguém jamais foi...
Seremos nós dois
Poty – 31/01/2008
Você tem...
Faço...
Eu vi
Estrela rainha
Lágrimas
Saudade sofredora

Quando te vejo
Sinto muito calor
Sinto calafrios
Sinto tudo que possa imaginar
Você deixa-me sofrendo
Passando mal...
Você arranca meu coração
Faz-me chorar de saudades...
Sinto-me fraco para trabalhar
Sinto-me como se fosse um menino sem brincar
Querendo você aqui bem perto de mim
Não me deixe como um homem sofredor
Quero sua dor
Não me deixa calar pela dor...
Não consigo ficar aqui sem você
Quero você
Amo você...
Não deixe ficar muito tempo
Esperando-te
Não quero esperar
Quero tê-la para sempre
Poty – 16/01/2008
Medo

Não devemos ter medo do outro, mas da maldade que o trai;
Não devemos ter que fugir, mas seguir;
Não devemos ter medo da liberdade, mas da prisão;
Não devemos remediar, mas arriscar;
Não devemos se esconder por causa do amor, mas por causa da violência;
Não devemos se esconder da vida, mas do que se acaba;
Não devemos ter medo da solidariedade, mas da indiferença;
Não devemos ter medo dos seres, mas da banalidade que as impõem.
Poty – 10/01/2008
Insano
Sinto sua falta

Prefiro você de qualquer jeito,
Quero você bem perto de mim,
Quero teu cheiro,
Teu odor,
Mas que seja aqui,
Ao meu lado
Para sentir teu corpo ao meu.
Prefiro você em meus braços à bem longe...
É melhor tê-la no aconchego para ter este olhar azul do céu,
Mas verde do mar que brilha quando amada, acariciada do deleite da cama,
Mas pode ser nos quatro cantos da casa.
Prefiro você entrelaçada comigo fazendo sexo, gozando, delirando...
Mas também brigando, discutindo...
Quem sabe dançando, conversando.
Quero você no nosso cantinho pintada, formosa, perfumada,
Mas pode ser de cara limpa,
De peito aberto
De mente livre...
Que venha voando como uma pluma,
Mas forte com uma loba...
Seja no cio
Com brio,
Mas me dê calafrios.
Quero você como nasceu
Aceite-me como conheceu
Porque te quero com o seu jeito que apareceu...
Mulher menina madura que aprendeu.
Prefiro aqui,
Nem que seja para ficar em silêncio,
Mas que esteja presente.
Prefiro aqui,
Nem que seja para ouvir tua voz,
Teu suspiro,
Teu dengo,
Deliciar tua comida.
Prefiro aqui,
Nem que seja para pensarmos diferente,
Mas é melhor do que está ausente.
Poty – 04/01/2008
Escolhas
As escolhas são difíceis, mas são as nossas escolhas...
Colha dela a experiência que trás...
Nunca a amargura do aprendizado,
Mas a acolhida de tudo dela que se fez porque não se volta mais atrás...
O que foi feito não se colhe mais.
Poty – 04/01/2008
Colha dela a experiência que trás...
Nunca a amargura do aprendizado,
Mas a acolhida de tudo dela que se fez porque não se volta mais atrás...
O que foi feito não se colhe mais.
Poty – 04/01/2008
Entre o poeta e o pintor
Você pinta
Eu escrevo
Você faz/maneja seres
Eu falo sobre eles/para eles
Você expressa em imagens
Eu em letras
Você encanta em cores
Eu em palavras
Você faz formas
Eu versos
Você faz nascer em telas
Eu em palavras
Você viaja nas linhas
Eu nas entrelinhas
Você imagina pitando
Eu escrevo imaginando
Você encanta os olhos
Eu a mente
Você satisfaz
Eu seduzo
Você idealiza
Eu harmonizo
Você pitando
Eu poetando
Você um pintor da vida
Eu um poeta do amor
Amigo/irmão/camarada
Vai ser de todas as jornadas
Poty – 08/01/2008
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Homenageando as mães
Esta mensagem vai às Mães adolescentes/jovens/de mais idade, mas lutadores!
Cada uma com sua singularidade, particularidade e com muita determinação com suas condições reais de criar seus filhos.
Estou aprendendo a entendê-las.
Sinto lisonjeado em homenageá-las, porque cada uma tem o que ensinar, tem seus momentos, tem o seu jeito de pedir e são maravilhosas!
Sei que não é só neste dia que são mães! São, será e serão para sempre, mas este dia é de festejar que está chegando, domingo, aproveitem! É Dia de Festa e Vocês merecem muito mais!
Beijos e abraços
Poty – 05/05/2011
Cada uma com sua singularidade, particularidade e com muita determinação com suas condições reais de criar seus filhos.
Estou aprendendo a entendê-las.
Sinto lisonjeado em homenageá-las, porque cada uma tem o que ensinar, tem seus momentos, tem o seu jeito de pedir e são maravilhosas!
Sei que não é só neste dia que são mães! São, será e serão para sempre, mas este dia é de festejar que está chegando, domingo, aproveitem! É Dia de Festa e Vocês merecem muito mais!
Beijos e abraços
Poty – 05/05/2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Sarau da mentira
SARAU DA MENTIRA NO 1° DE ABRIL
O quê: SARAU DA MENTIRA
Onde: ARISTOS LONDON HOUSE
Quando: dia 1° de abril
Hora: 23:00
Quanto: R$10,00
Poderia ser piada, mas é verdade que a trupe Da Gaveta apresentará o Sarau da Mentira no dia 1° de abril. O mote do evento pega carona no espírito do famoso “dia dos bobos”, e sob o guarda-chuva temático “mentira” a troupe aproveita para fazer sua reflexão crítica sobre o mundo, civilização, valores e esquisitices do homem contemporâneo.
A noite cultural acontece no Aristos London Pub e promete uma variada gama de gêneros e estilos artísticos, com apresentações de esquetes teatrais, récitas poéticas, prosa, dança música, vídeo, teatro de bonecos, comédia stand up, artes visuais e outros babados. De quebra, o Sarau da Mentira ainda disponibiliza uma área tipo “zona franca” para exposição e venda de peças artesanais No Bazar DaGaveta, estarão à disposição do público as bijuterias e luminárias de Dio Gonçalves, camisetas estampadas do Movimento Alforria , camisetas bordados artesanais da Polvo Store, e o livro “Sem poder e sem pudor” de Endrigo Demétrio. Fazendo a sua parte no azeitamento pró boa leitura, a organização está provocando a todos para participarem da Feira Livre: basta levar aqueles livros que já foram lidos e relidos, disponibilizá-los no balcão da feira e escolher outros títulos ali expostos, oferecidos em cortesia, no sistema troca-troca. Depois das apresentações, a festa continua com música para dançar.
O movimento cultural DaGaveta surgiu a partir da organização de escritores ainda no anonimato, no entorno da produção de um fanzine de mesmo nome, que publica os textos não utilizando censura ou orientação editorial e ainda é ofertado gratuitamente ao público. As múltiplas habilidades e dotes artísticos do grupo sugeriu um aproveitamento que veio a cristalizar-se na forma de sarau. O Sarau da Mentira foi antecedido pelo “Sarau do Desespero” e o ”Sarau da Loucura”.
As intervenções artísticas desta edição apresentarão criações próprias ou emprestadas de outros autores, mantendo o tema “mentira”. A proposta cultural do grupo é revisitar o cotidiano através de uma ótica crítica, manifestando pela arte suas inconformidades, seus sonhos e desejos, levando o público a refletir sobre as incoerências do dia-a-dia do presente estágio da civilização.
Uma programação extensa, com número superior a 30 quadros cuja duração média fica em torno de oito minutos cada, denunciará o ritmo da noitada. A apresentação será do controverso personagem Cláudio Troian, e o sarau mostrará bandas de rock (Lonely Heart Club Band, Vagabundos Iluminados, Jack Beer e outros), as cantoras Natália Ferrarini e Débora Chiari e a colorida e contagiante participação do movimento Hare Krishna; o teatro será apresentado por Jhow & Adriel, Karine Padilha e Paulo Nazareno (bonequeiro); stand ups comedy pocket de Gabriel Scopel, Rafael Campos, Gerônimo e Júnior Grandi; vídeos de Adriano Richardi, Gustavo Gasparin & Karine Padilha, Uili Bergamin; textos poéticos e em prosa por Zé dos Rios, Makian, Mônica Montanari, Johnny Ariotti e Jaqueline Pivotto, Jocélia Almeida, Poty e Andrius Wagner; a dança contará com o Essência Crew, Carla Barcellos e Mauro Copetti; o artista plástico Marcos Leal apresentará seus manequins originais e pintará o tema “mentira” ao vivo durante o evento. Por suas características e tradição, o sarau estará aberto para manifestações espontâneas, resguardado o seu viéz temático.
Trupe DaGaveta
domingo, 13 de março de 2011
Corpo sem idade
Corpo sem idade,
Mente sem fronteiras...
Corpo que grita
Corpo escultural
Corpo que rola,
Fica em pensamentos...
O corpo fala
O corpo responde,
Corresponde...
Corpo que se mexe,
Remexe...
Enche meus olhos,
Não sei o que fazer
É uma tentação...
Bem assim que acontece
E vai continuar assim
Poty – 12/03/2011
Mente sem fronteiras...
Corpo que grita
Corpo escultural
Corpo que rola,
Fica em pensamentos...
O corpo fala
O corpo responde,
Corresponde...
Corpo que se mexe,
Remexe...
Enche meus olhos,
Não sei o que fazer
É uma tentação...
Bem assim que acontece
E vai continuar assim
Poty – 12/03/2011
sábado, 12 de março de 2011
Inesperado

Não estamos prontos para o inesperado...
Chega e nos pega de surpresa,
Será?!
Ou deixamos correr como se fosse algo que não acontecesse...
Acredito que se prefere nem falar sobre,
Prefere deixar a vida rolar,
Mas somos corpos fracos perante a composição genética.
Achamos que somos inacabáveis,
Imutáveis,
Ilimitados
E esquecemos que somos mutáveis,
Temos nossos limites
E seremos comidos pela mãe terra.
Tornaremos insignificante diante este planeta imenso.
Nunca imaginamos que o final fosse o que foi...
... A morte...
Que tanto falamos,
Mas quando chega é inesperadamente.
Poty – 27/02/2011
Quando penso em você

Quando penso em você são sensações de alívio, de prazer...
Entro numa zona de conforto.
É prazeroso pensar em ti
É confortante conversar contigo
Sinto estar voando
Percebo ao meu lado
Como é bom saber moras em meu coração.
Sonhar contigo me faz bem
Sentir-me outro
Pensei, penso
Sonhei e gostei
Vou sonhar muito mais!
Você é demais!
Poty – 22/02/2011
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Rabiscos
A troca
Entre a música e a poesia vai se dando um par perfeito... Eu mando poesia e você responde com música... Vai se tornando uma relação sem fim porque realiza a amizade, o carinho entre nós.
Poty – 23/04/2010
Poty – 23/04/2010
Tudo certo?!
Está tudo certo,
Pra quê dar errado.
O erro é a conseqüência.
O acerto a causa.
Entre o certo e o errado –
Acertamos e às vezes erramos –
Vamos seguindo esta vidinha.
Há os que sempre dizem que nunca erra
E nem quer saber se errou
E dizem que os outros estão sempre errados.
Os que erram nem assume que estão errados
E dizem que o errado é o outro.
Deixa assim, faço parte dos que sabe errar e acertar
E não vive em função simplesmente de viver desta conjunção.
Poty – 16/04/2010
Pra quê dar errado.
O erro é a conseqüência.
O acerto a causa.
Entre o certo e o errado –
Acertamos e às vezes erramos –
Vamos seguindo esta vidinha.
Há os que sempre dizem que nunca erra
E nem quer saber se errou
E dizem que os outros estão sempre errados.
Os que erram nem assume que estão errados
E dizem que o errado é o outro.
Deixa assim, faço parte dos que sabe errar e acertar
E não vive em função simplesmente de viver desta conjunção.
Poty – 16/04/2010
Acreditar
O que me assusta
É não acreditar mais.
É não sonhar mais.
Não a dor que sinto.
O que me entristece
É deixar de acreditar
Em ti.
Não por causa do que és,
Mas o que deixou de fazer.
Quero sentir o calor dos teus braços
Do que a indiferença que nos afasta.
Tenho que acreditar
Se não serei algo sem vida.
Poty – 13/04/2010
É não acreditar mais.
É não sonhar mais.
Não a dor que sinto.
O que me entristece
É deixar de acreditar
Em ti.
Não por causa do que és,
Mas o que deixou de fazer.
Quero sentir o calor dos teus braços
Do que a indiferença que nos afasta.
Tenho que acreditar
Se não serei algo sem vida.
Poty – 13/04/2010
Dom Juan Marginal
Sou o Don Juan
Galanteador
Gentil...
Dizem que sou da antiga...
São raros neste imenso mundo
Ligado a bilhões de informações
Usufruo dela
Para ser o gentil galanteador,
Cantor, não!
Poeta namorador com sua gentileza gozando desse privilégio de sê-lo.
Roubo corações,
Mais os deixo livres
Sem levar um pedaço se quer.
Prefiro-os inteiros para viver e
Continuar pulsando porque quero ouvi-los.
Poty – 10/04/2010
Galanteador
Gentil...
Dizem que sou da antiga...
São raros neste imenso mundo
Ligado a bilhões de informações
Usufruo dela
Para ser o gentil galanteador,
Cantor, não!
Poeta namorador com sua gentileza gozando desse privilégio de sê-lo.
Roubo corações,
Mais os deixo livres
Sem levar um pedaço se quer.
Prefiro-os inteiros para viver e
Continuar pulsando porque quero ouvi-los.
Poty – 10/04/2010
O barulho
A chuva começou a bater na porta, na janela de meu quarto... As gotas fortes geraram barulhos ensurdecedores mais eram necessárias elas.
Segui acompanhando o seu som e com ela me levantei.
É incomparável este barulho!
Meio cambaleando levantei-me, sonolento fui ao banheiro...
Não consegui prosseguir meu sono.
O mais perturbador era o toque do celular, dando sinal que a bateria estava fraca, mas que barulhinho chato... Este tan tan tan tan incomoda tanto... Não teve jeito levantei, o peguei, o levei até a cozinha e depois acendi a luz da sala e fui ao computador... Fiquei na dúvida se ligava ou não, decidir ligar.
Quando estava no computador despertei-me e não tinha mais jeito de voltar à cama, o que aconteceu?! Parou a chuva e o toque do celular também. Ufa, até que enfim! Mas o sono foi de uma vez.
Poty – 04/04/2010
Segui acompanhando o seu som e com ela me levantei.
É incomparável este barulho!
Meio cambaleando levantei-me, sonolento fui ao banheiro...
Não consegui prosseguir meu sono.
O mais perturbador era o toque do celular, dando sinal que a bateria estava fraca, mas que barulhinho chato... Este tan tan tan tan incomoda tanto... Não teve jeito levantei, o peguei, o levei até a cozinha e depois acendi a luz da sala e fui ao computador... Fiquei na dúvida se ligava ou não, decidir ligar.
Quando estava no computador despertei-me e não tinha mais jeito de voltar à cama, o que aconteceu?! Parou a chuva e o toque do celular também. Ufa, até que enfim! Mas o sono foi de uma vez.
Poty – 04/04/2010
Critica
De qualquer maneira me animo a escreve...
Seja para os que querem ler ou não...
É a minha viagem
Vôo como uma Águia quando poetizo
Eternizo-me diante de meus versos
Enamoro quando me inspiram
Desejo quando as letras se delineiam em meus pensamentos
Satisfaz-me os que lêem minhas poesias
Aprendo com os que criticam
E dela continuo a escrever.
Poty – 02/04/2010
Seja para os que querem ler ou não...
É a minha viagem
Vôo como uma Águia quando poetizo
Eternizo-me diante de meus versos
Enamoro quando me inspiram
Desejo quando as letras se delineiam em meus pensamentos
Satisfaz-me os que lêem minhas poesias
Aprendo com os que criticam
E dela continuo a escrever.
Poty – 02/04/2010
O ponto
Independente o que somos,
O que devemos deixar de ser,
Seremos apenas porções que serão jogadas ao ar,
Nas profundezas da terra,
Ao mar talvez...
E nada adianta ficar se maltratando pelo que fez
Ou deixou de fazer...
Se quiseres faça,
Se não queres deixa assim mesmo...
A vida é um ponto entre tantos pontos (milhares, milhões)
Que não tem como constatar.
Poty – 29/03/2010
O que devemos deixar de ser,
Seremos apenas porções que serão jogadas ao ar,
Nas profundezas da terra,
Ao mar talvez...
E nada adianta ficar se maltratando pelo que fez
Ou deixou de fazer...
Se quiseres faça,
Se não queres deixa assim mesmo...
A vida é um ponto entre tantos pontos (milhares, milhões)
Que não tem como constatar.
Poty – 29/03/2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
SARAU DA LOCURA

SERÁ COM MUITAS ATIVIDADES CULTURAIS: POESIA, TEATRO, MÚSICA, DANÇA, VÍDEOS E MUITO MAIS...
A novidade é que teremos várias bandas que irão dar continuidade a festa após o Sarau.
muita loucuraaaaaaaaaa
Loucura
Tantas loucuras que vamos nos enlouquecer
Deixemos contagiar porque dela seremos mais loucos ainda
Viveremos como loucos pensantes sem que a razão imponha a certeza de ser
Poty – 08/10/2010
domingo, 24 de outubro de 2010
A que atenta
A que inventa
é atenta,
as vezes desatenta...
firme
lúcida
pequena,
mas
na sua pequenez
vem o amor
que mexe
com a gente
e não se agüenta.
Poty – 29/03/2010
é atenta,
as vezes desatenta...
firme
lúcida
pequena,
mas
na sua pequenez
vem o amor
que mexe
com a gente
e não se agüenta.
Poty – 29/03/2010
O poeta

O poeta voa sem precisar de asas,
É como se fosse Águia em direção ao sol,
Em busca do lugar mais alto.
Penetra no mais profundo ser da imaginação.
Viaja em todos os sentidos.
Pisa firme quando quer
E
Flutua quando escreve.
Observador nato.
Inquieto em seu mundo
De imortais
Para mortais.
Vive o seu tempo
Vai contra o tempo
Esquece
Ultrapassa o próprio tempo.
Poty – 25/03/2010
Teste
O texto que não vem, mas fica testado.
Feito o teste, confirmo.
Está afirmado o contexto do texto testado.
Seja o teste do pretexto anexado sem nexo com o teste que nem sei,
seja lá o que for, foi seguido respondido, é apenas teste.
Poty – 20/03/2010
Feito o teste, confirmo.
Está afirmado o contexto do texto testado.
Seja o teste do pretexto anexado sem nexo com o teste que nem sei,
seja lá o que for, foi seguido respondido, é apenas teste.
Poty – 20/03/2010
quinta-feira, 23 de setembro de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Vou te dar braços e abraços
Noites sem fim

Criei um cercado pra mim,
Mas não consegui guarda-te.
Construí um lar pra mim,
Não consegui segurar-te.
Eu tenho um sonho
Atravessarei rios
Para alcançar-te.
Estremeço quando chego perto de ti.
Sofro sem ter você ao meu lado.
Você fugiu
Procurei-te
Não sei mais o que fazer
Não sei onde te encontrar.
Sou um castelo de areia que se acaba com as ondas do mar.
O nosso amor se acabou.
Foram tempestades no deserto que devastou.
Varei noites pensando em ti...
Não sei mais o que fazer.
Poty – 16/03/2009
Não tem explicação

Minha pura sensação,
Minha excitação.
O absinto que sinto.
Meu tentamento.
Toque que não toquei.
Meu vulcão.
Minha relação sem está relacionada.
Desejo sempre desejado.
É o que fica, mas não a tenho.
O começo, mas nunca o fim...
O meio que não chegou e nem terminou...
É o tudo, do nada que tenho.
Haverá de ter!
É e será sempre o desejado!
Um dia pode ser,
Quem sabe?
Só você!
Sim, só você.
Poty – 13/03/2010

Nasce a mais bela, a mais linda das princesas...
Trazendo consigo a arvore do amor, do Genesis da vida procriada...
Será eterna princesa entre os mortais, meramente mortais...
Entre nós nasceu, veio viver esta nova geração, será a salvação da humanidade...
O brilho.
Regozijo.
A amada de todos!
Nasceu para amar e ser amada... Eterna luz!
Poty – 06/02/2009
Paixão é tolice

Sou feita de paixão,
Propensa a tolices
E capaz de fazê-la.
Sei que vou deixar acontecer
Sem pensar nas conseqüências,
Poderei sofrer com este fogo que me arrebata,
Louca paixão.
Direi em pensamentos que nunca mais hei de fazer,
Mais vem outra e entro de corpo e alma
Como sendo a primeira vez...
Serei tola outra vez.
Por causa dela sou o poço;
Não ficarei no fundo
Porque quero a paixão dilaceradamente,
Meu corpo grita incansavelmente,
Incessantemente pelo o amor que não terei.
Poty – 06/03/2010
Corações separados

A saudade aumenta,
A distância diminui,
O coração acelera,
A vida consome...
A imaginação vai longe
E como vai a busca do impossível, do proibido...
... O pensar voa...
Olhar atento
As vezes à toa...
Ainda mais quando está friozinho,
Uma garoa fina a bater na janela,
O coração acelera e pensamentos voam...
Vou seguindo sem você,
Mas acelera os compassos das batidas que fazem pensar na distancia e também no quanto seriamos felizes perto...
Juntando os dois corações num só coração.
Poty – 04/03/2010
Ela passa
Se não fossem os meus sonhos,
A minha liberdade não viveria.
Poty – 19/02/2009
É lindo esta parte que me cabe ver... Imagino você por completa... Ai/ai/ai/ai/ ai... Não suportaria a velocidade do meu coração.
Poty – 20/02/2010
Sorria encanto...
O meu desencanto some com o vôo de teu sorriso.
Poty – 20/02/2010
A minha liberdade não viveria.
Poty – 19/02/2009
É lindo esta parte que me cabe ver... Imagino você por completa... Ai/ai/ai/ai/ ai... Não suportaria a velocidade do meu coração.
Poty – 20/02/2010
Sorria encanto...
O meu desencanto some com o vôo de teu sorriso.
Poty – 20/02/2010
Amparo

Guardarei nossos segredos
Não como algo inabalável, intocável,
Mas como anteparo da hipocrisia e
Como sendo a nossa causa...
... Só nossa e de mais ninguém.
Não repararei as nossas desavenças
Porque delas tiraremos proveitos...
... É através delas que aprendemos.
Aguardo e não reparo.
Despreparados estão
Para ser guardião
De nossas convicções.
Não darei guarida aos invasores,
Aos que se intrometem
Em nossas relações
Seja ela qual for.
Seremos o amparo
De nós mesmos...
Resguardando as devidas pretensões.
Poty – 16/02/2010

Você chega de mansinho...
... Quieta fica.
Não sei se é por causa de mim
Ou por causa de ti,
Somente ti.
Deixa-me pensativo,
Inquieto
Querendo resposta...
... Apenas resposta.
Quero algo a mais.
Quero penetrar
Em teus pensamentos,
Descobri-los,
Fazer parte deles.
Será que deixas?!
Vou assim mesmo!
Cativa-me com teu jeito bruto a ser lapidado...
... Serei o artífice que lapidará esta jóia preciosa.
Poty – 14/02/2010
Teu telhado

Vou ter o telhado?
Pode ser o quarto ao lado.
Você deixa entrar?
Passo a chuva e vou embora.
Não o quero pra mim!
Apenas um aconchego e partirei sem deixar vestígios.
Não é de vidro
É espaço forte
E nem quero ser invisível.
Deixa ir!
Não preciso pra sempre, são alguns dias e seguirei meu destino.
Não levarei nada, ficará sobre teu telhado... Quero apenas teu amor!
O que se construiu sob ele não será cobrado e nem será abraçado como sendo a última causa...
... És a própria causa de viver.
Sob teu telhado vai ficar o passado -
Não me deixas entrar porque dormes dele, -
És executora do acontecido que caia sobre ti.
E recusas eu entrar!
Poty – 08/02/2010
Eu não tenho
Eu não tenho nada -
Eu não vejo então -
Fico sem nada.
Eu não tenho,
O que fazer sem pão?
Vaza pelas mãos
Escorre nesta vazão,
Eu não tenho.
O que fazer nesta imensa solidão?
Não tenho anda.
Continuo nesta vastidão,
Sem nada ter.
Durmo sem colchão
No chão duro
E não sei o que remediar.
Não tenho onde morar
Fico perambulando por ai neste mundo que cabe
E me coube ficar sem chão.
Poty – 30/01/2010
Eu não vejo então -
Fico sem nada.
Eu não tenho,
O que fazer sem pão?
Vaza pelas mãos
Escorre nesta vazão,
Eu não tenho.
O que fazer nesta imensa solidão?
Não tenho anda.
Continuo nesta vastidão,
Sem nada ter.
Durmo sem colchão
No chão duro
E não sei o que remediar.
Não tenho onde morar
Fico perambulando por ai neste mundo que cabe
E me coube ficar sem chão.
Poty – 30/01/2010
Apenas Mãos

Apenas mãos
Mãos calejadas,
Mãos que escreve
Mãos que acaricia, ah essas mãos...
Mãos que abanam
Mãos que tapeiam
Mãos que cuidam... Mãos, ah mãos...
Mãos que agarram
Mãos que afagam
Mãos sensíveis,
Mãos que acenam... Mãos são mãos, mas que mãos!
Mãos que tocam,
Mãos carinhosas,
Mãos protetoras,
Mãos salientes, ah como queria essas mãos.
Mãos traçando mãos,
Mãos roubando irmãos,
Mãos doadoras,
Mãos louvando,
Mãos tocando seja lá o que for, são mãos!
Foi escrito por várias mãos!
Poty/Binha – 28/01/2010
Na janela há flores
As flores exalam na janela recebendo fluídos do sol irradiando as pétalas...
Assim transformando o canto que as têm.
... Eu tenho o sentimento sem expressão...
Deixo-as pairando sobre a luz que surge pela janela.
Colher e ser colhida com exatidão.
... Na minha janela tem a flor de mirra...
(Na minha tem a flor que mereces),
Flor de todo dia,
Flor que se espalha
A flor que regamos...
Seja onde estiver,
Mas na janela tem seu brilho.
Poty – 13/01/2010
As flores exalam na janela recebendo fluídos do sol irradiando as pétalas...
Assim transformando o canto que as têm.
... Eu tenho o sentimento sem expressão...
Deixo-as pairando sobre a luz que surge pela janela.
Colher e ser colhida com exatidão.
... Na minha janela tem a flor de mirra...
(Na minha tem a flor que mereces),
Flor de todo dia,
Flor que se espalha
A flor que regamos...
Seja onde estiver,
Mas na janela tem seu brilho.
Poty – 13/01/2010
O Corredor
Corredor azarento
Corredor que passa,
Dos andarinhos,
Dos fantasmas...
Que a noite se movimenta,
De criancinhas brincando,
De pessoas andando sonâmbulos em busca do nada...
De almas penadas,
De vivos azarentos,
Zombando por nada...
Corredor das passaradas
Trafegando sem nada...
Parece trafego de almas penadas
Querendo levar os que ainda permanecem brincando e azarando a bicharada...
Os que são e os que já foram,
Passasse, mas repassasse também...
E ficam os sentimentos partilhados.
O corredor não vai a lugar nenhum!
Poty – 08/01/2010
Corredor azarento
Corredor que passa,
Dos andarinhos,
Dos fantasmas...
Que a noite se movimenta,
De criancinhas brincando,
De pessoas andando sonâmbulos em busca do nada...
De almas penadas,
De vivos azarentos,
Zombando por nada...
Corredor das passaradas
Trafegando sem nada...
Parece trafego de almas penadas
Querendo levar os que ainda permanecem brincando e azarando a bicharada...
Os que são e os que já foram,
Passasse, mas repassasse também...
E ficam os sentimentos partilhados.
O corredor não vai a lugar nenhum!
Poty – 08/01/2010
Tenta-me
Você me tenta
E quero ser tentado por ti.
Contenta-me a tua perdição.
Sinto bem pelo teu tentar,
Pela tua sensibilidade
Por tua sensualidade
Pelo teu sorriso
Pela tua pele
Pelo teu olhar
Pela tua timidez
Por tua sensatez
Por tuas imaginações
Por tua solidão
Pela tua mansidão
... A tua causa, sem causa...
Poty – 07/01/2010
Você me tenta
E quero ser tentado por ti.
Contenta-me a tua perdição.
Sinto bem pelo teu tentar,
Pela tua sensibilidade
Por tua sensualidade
Pelo teu sorriso
Pela tua pele
Pelo teu olhar
Pela tua timidez
Por tua sensatez
Por tuas imaginações
Por tua solidão
Pela tua mansidão
... A tua causa, sem causa...
Poty – 07/01/2010
Não adianta Plástica
Nada adianta se não te faz bem,
Nada adianta se tua morada interior não se encontra bem,
Se você não se sente segura para seguir a vida.
Quando a plástica recobre os defeitos externos e encobre os internos.
Para quê uma boa estética se a ética encontra-se desmoronando.
Se quiseres fazer, que faça, mais seja num ato de reconciliação do corpo com suas energias.
Poty – 03/01/2010
Nada adianta se não te faz bem,
Nada adianta se tua morada interior não se encontra bem,
Se você não se sente segura para seguir a vida.
Quando a plástica recobre os defeitos externos e encobre os internos.
Para quê uma boa estética se a ética encontra-se desmoronando.
Se quiseres fazer, que faça, mais seja num ato de reconciliação do corpo com suas energias.
Poty – 03/01/2010
terça-feira, 6 de julho de 2010

Zine Da Gaveta apresenta
Sarau do Desespero
Música, vídeo, teatro, dança, literarura... Tudo com o tempero do desespero.
O desespero alimentando a arte!
Lançamento do zine Da Gaveta n 5.
10 de julho às 22h
Studio Mix 54 (Rua Visconde de Pelotas, 87 - Centro - Caxias do Sul)
Valor: R$ 7,00
Ingressos antecipados no Leeds Pub (Rua Os 18 do Forte, 314 - Lourdes - Caxias do Sul)
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Desespero

Vou desesperadamente em busca de algo...
Não sei o que...
O desespero chegou
Pegou
E arrasou...
Aflito fiquei
Apaguei-me
Não desesperei...
Veio de surpresa
Levou-me feito louco apaixonado
Transtornado
Desesperado...
... Não tenho mais o que fazer se estou sem esperança –
Dizem que é a última que morre –
... Vou deixar para alguém...
Porque a desesperança é minha!
Não quero contagiar ninguém.
Poty – 12/05/2010
No cárcere

Não fiquei quieto diante meu cárcere.
Aproveitei as paredes e escrevi sobre este momento.
Nos porões não há como se sujeitar da infeliz situação.
Manifestei-me!
Usarei os carrascos para torná-las evidentes!
... O que fiz na prisão foi disseminado além muro...
Sustentei-me!
Permaneci firme diante meus torturadores.
Pois a liberdade de escrever é potente e
Não há cárcere que derrube.
Poty – 29/05/2010
Arisco
Existência

Somos cavaleiros andante, errante que segue sem se deixar cair, mais que caia e se levante.
A vida é passagem sem que seja algo que difere de nossa relação de mortal.
Continuemos entre altos e baixos sem querer ficar no lodo que resvala sobre nós.
Deixemos os males fazerem parte não tomando conta por si só e que a outra parte seja o contrapeso deste equilíbrio.
A existência inexiste desde que não queira existir.
Sejamos o fragmento da existência ou não?!
Poty – 22/05/2010
Tsunami
Não tenho tempo
O Animal que vive dentro de mim

O animal que vive dentro de mim...
Nestas andanças
Mato o animal
A Cada dia que se encontra dentro de mim
Revigora-se o instinto que
Faz-me ser
Caçado
Caçador
Enfrento todos os dias
Este animal
Que acorda em mim
Ferozmente
Abraço-me ao meu temor
Envolvo-me com minhas verdades
Encaro-os as inverdades...
Solto o corpo tenro.
Abandono a rigidez
Que este animal faz-me sofrer...
Vou continuar com ele...
É a garantia de minha sobrevida.
Poty – 26/05/2010
Acreditar
O que me assusta
É não acreditar mais.
É não sonhar mais.
Não a dor que sinto.
O que me entristece
É deixar de acreditar
Em ti.
Não por causa do que és,
Mas o que deixou de fazer.
Quero sentir o calor dos teus braços
Do que a indiferença que nos afasta.
Tenho que acreditar
Se não serei algo sem vida.
Poty – 13/04/2010
É não acreditar mais.
É não sonhar mais.
Não a dor que sinto.
O que me entristece
É deixar de acreditar
Em ti.
Não por causa do que és,
Mas o que deixou de fazer.
Quero sentir o calor dos teus braços
Do que a indiferença que nos afasta.
Tenho que acreditar
Se não serei algo sem vida.
Poty – 13/04/2010
domingo, 11 de abril de 2010
Dá-me
Dá-me
O teu prato
Porque não tenho o que comer
Dá-me
O teu amor
Porque sem ele não sei viver
Dá-me
O teu lado que não conheço
Porque hei de saber reconhecer
Dá-me
A razão de viver
Porque sem ela
Não saberei te ver
Dá-me
Apenas o pouco
Ou o suficiente –
Se não vier –
Basta o que tiver
Poty – 08/01/2010
O teu prato
Porque não tenho o que comer
Dá-me
O teu amor
Porque sem ele não sei viver
Dá-me
O teu lado que não conheço
Porque hei de saber reconhecer
Dá-me
A razão de viver
Porque sem ela
Não saberei te ver
Dá-me
Apenas o pouco
Ou o suficiente –
Se não vier –
Basta o que tiver
Poty – 08/01/2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Sem estágio
Todos querem ir ao céu,
Mas não querem morrer!
Querem ter a vida eterna,
Mais não faz por onde tê-la!
Vivem o flagelo
E querem o martírio.
Destroem a vida
E querem a ressurreição.
Querem ser elevados sem passar pela agonia que construiu.
Da sublevação
Ao sufrágio.
Querem o céu dos vivos,
Não o inferno dos mortos...
A gélida palidez d’alma
Do que o calor infernal.
Só querem,
Mas ficam sem.
Poty – 26/02/2010
Mas não querem morrer!
Querem ter a vida eterna,
Mais não faz por onde tê-la!
Vivem o flagelo
E querem o martírio.
Destroem a vida
E querem a ressurreição.
Querem ser elevados sem passar pela agonia que construiu.
Da sublevação
Ao sufrágio.
Querem o céu dos vivos,
Não o inferno dos mortos...
A gélida palidez d’alma
Do que o calor infernal.
Só querem,
Mas ficam sem.
Poty – 26/02/2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Amar é
Sempre há lugares para novos amores...
Não sou fechado aos amores...
Amar é sem fronteira...
É ser livre.
... Amar é...
Nada mais o possível do impossível.
Poty – 30/01/2010
Não sou fechado aos amores...
Amar é sem fronteira...
É ser livre.
... Amar é...
Nada mais o possível do impossível.
Poty – 30/01/2010
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Minhas travessuras
Eu, feito menino
Vou brincando
Com minhas artimanhas
Se querer parar.
Sou menino rebelde.
Dou gargalhadas
De minhas travessuras.
As vezes deixo pessoas horrorizadas.
Só faço coisas boas para alegrar os que estão carentes, tristes, necessitando de algo a mais...
Sou menino travesso
Que atravesso
E permaneço no mesmo lado...
Vou ao outro lado para cometer travessuras.
Não fico quieto,
Me inquieto diante tanta arte...
Contesto.
Sou o arquiteto
Que detesto
A pequenez,
Por isso sou a própria travessura.
Poty – 06/02/2010
Vou brincando
Com minhas artimanhas
Se querer parar.
Sou menino rebelde.
Dou gargalhadas
De minhas travessuras.
As vezes deixo pessoas horrorizadas.
Só faço coisas boas para alegrar os que estão carentes, tristes, necessitando de algo a mais...
Sou menino travesso
Que atravesso
E permaneço no mesmo lado...
Vou ao outro lado para cometer travessuras.
Não fico quieto,
Me inquieto diante tanta arte...
Contesto.
Sou o arquiteto
Que detesto
A pequenez,
Por isso sou a própria travessura.
Poty – 06/02/2010
sábado, 30 de janeiro de 2010
Meu presente...
Ainda não sei se vai...
Não terá laços, nem fitas e tão pouco papel maché luminoso...
Se for será surpresa...
Será com emoção...
Não será comentado a ninguém...
Será de coração...
De mente aberta sem querer cobrar outro de volta...
Poty – 21/01/2010
Não terá laços, nem fitas e tão pouco papel maché luminoso...
Se for será surpresa...
Será com emoção...
Não será comentado a ninguém...
Será de coração...
De mente aberta sem querer cobrar outro de volta...
Poty – 21/01/2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
A dita ditadura
O ditado
Da ditadura
Não é escrito...
É proscrito nos porões,
Na tortura,
E na repressão.
É com subterfúgios
E não há negociação...
É à base de bala,
Coturnos
E prisões...
... O terror é a solução.
O medo impera...
Quem dita
São os canhões.
Há os mortos
E jogados nos crotões.
Continuam a ditar o medo
Para ninguém saber
Como foi ditado nos porões.
Poty – 16/01/2010
Da ditadura
Não é escrito...
É proscrito nos porões,
Na tortura,
E na repressão.
É com subterfúgios
E não há negociação...
É à base de bala,
Coturnos
E prisões...
... O terror é a solução.
O medo impera...
Quem dita
São os canhões.
Há os mortos
E jogados nos crotões.
Continuam a ditar o medo
Para ninguém saber
Como foi ditado nos porões.
Poty – 16/01/2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
A Terra dando resposta
Entre escombros há vida!
Desmorona construções,
Outros se vão
E há os que ainda querem controlar os irmãos.
A terra respondendo com sua vida em ebulição,
Vai mexendo nas profundezes,
Vai trepidando entre placas
E chega a terra com imensa precisão.
Do espaço vem conjugando a mais tenra situação...
Trovões, tempestades, chuvas torrenciais, enchentes
E fica o homem nadando em seus próprios descasos.
Usufruiu de sua morada (da terra)
E a fez de mera ocasião...
Deixando catástrofe,
Fome (miserabilidade)
E nem quis saber o que poderia acontecer após a usurpação.
O descaso com a vida,
Com a terra,
Com os que sofrem...
Só se juntam,
Só há irmandade,
Solidariedade...
(Sem olhar a quem)
É quando chocalha as nossas mentes através
Da destruição.
Poty – 16/01/2010
Desmorona construções,
Outros se vão
E há os que ainda querem controlar os irmãos.
A terra respondendo com sua vida em ebulição,
Vai mexendo nas profundezes,
Vai trepidando entre placas
E chega a terra com imensa precisão.
Do espaço vem conjugando a mais tenra situação...
Trovões, tempestades, chuvas torrenciais, enchentes
E fica o homem nadando em seus próprios descasos.
Usufruiu de sua morada (da terra)
E a fez de mera ocasião...
Deixando catástrofe,
Fome (miserabilidade)
E nem quis saber o que poderia acontecer após a usurpação.
O descaso com a vida,
Com a terra,
Com os que sofrem...
Só se juntam,
Só há irmandade,
Solidariedade...
(Sem olhar a quem)
É quando chocalha as nossas mentes através
Da destruição.
Poty – 16/01/2010
sábado, 9 de janeiro de 2010
Mate
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
O que virá depois deste?
Apenas o novo que não sei...
São expectativas,
Desejos a realizar,
Sonhos a concretizar.
Estarei neste último dia a esperar o inesperado,
Mas festejando o que realizei,
Conquistei,
O trabalho que desenvolvi
E Dentre delas,
Amizades,
Amores...
Para permanecer vou está de branco, vermelho, verde, amarelo, azul, rosa...
Colorido total!
Vai ser assim!
São cores do amor.
Da Sorte.
Da Paixão.
Da Paz.
Da Esperança.
É o que basta!
O que quero mais?!
É só deixa passar,
Porque virá outro e outros.
Poty 28/12/2009
Apenas o novo que não sei...
São expectativas,
Desejos a realizar,
Sonhos a concretizar.
Estarei neste último dia a esperar o inesperado,
Mas festejando o que realizei,
Conquistei,
O trabalho que desenvolvi
E Dentre delas,
Amizades,
Amores...
Para permanecer vou está de branco, vermelho, verde, amarelo, azul, rosa...
Colorido total!
Vai ser assim!
São cores do amor.
Da Sorte.
Da Paixão.
Da Paz.
Da Esperança.
É o que basta!
O que quero mais?!
É só deixa passar,
Porque virá outro e outros.
Poty 28/12/2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
O presente que ganhamos!
Não ganhei,
Mas tive carinho
Abraço e
Beijos.
Tive triste porque me senti mal com a desolação do outro.
Não quero presente por causa da pressão comercial,
Por obrigação,
Mas por livre escolha.
Quero ganhar presente
Por estima,
Dedicação,
Espontaneidade,
Amor e
Paixão.
Sem demérito aos que vivem achando que é oblação.
Há os que acham que compra os outros dando as migalhas
E há os que escolhem o presente que quer ganhar.
Quero ganhar presente,
Mas que seja sem pretensão.
Poty – 25/12/2009
Mas tive carinho
Abraço e
Beijos.
Tive triste porque me senti mal com a desolação do outro.
Não quero presente por causa da pressão comercial,
Por obrigação,
Mas por livre escolha.
Quero ganhar presente
Por estima,
Dedicação,
Espontaneidade,
Amor e
Paixão.
Sem demérito aos que vivem achando que é oblação.
Há os que acham que compra os outros dando as migalhas
E há os que escolhem o presente que quer ganhar.
Quero ganhar presente,
Mas que seja sem pretensão.
Poty – 25/12/2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Sozinho...
Na escuridão
Do meu silêncio
Continuo a varar a noite
Fico a testar-me
Perante o silêncio
Que me faz calar
Sou o silêncio
Que não quer falar
Deixa-me quieto
Quero estar sozinho
Serei a calma
Que lavará a alma
A retidão
Com exatidão
O afastamento
Do dia
Que permeia em mim
O alongamento
Da noite
Que me toma conta
Na escuridão
Permaneço
E não quero mais nada
Poty – 28/11/2009
Do meu silêncio
Continuo a varar a noite
Fico a testar-me
Perante o silêncio
Que me faz calar
Sou o silêncio
Que não quer falar
Deixa-me quieto
Quero estar sozinho
Serei a calma
Que lavará a alma
A retidão
Com exatidão
O afastamento
Do dia
Que permeia em mim
O alongamento
Da noite
Que me toma conta
Na escuridão
Permaneço
E não quero mais nada
Poty – 28/11/2009
sábado, 21 de novembro de 2009
Distância
Que o sussurrar do vento te leve um beijo carinhoso e eterno e me deixe em seus pensamentos para que a distância não apague de ti minha existência.
Não deixarei apagar. Os ventos sopram no quadrante, - entre o sul e o norte, de leste a oeste - e carrega-me até ti. A distância é física de corpo presente, mas a gente sente com a mente esvoaçante voando sem fim.
Poty – 21/11/2009
Não deixarei apagar. Os ventos sopram no quadrante, - entre o sul e o norte, de leste a oeste - e carrega-me até ti. A distância é física de corpo presente, mas a gente sente com a mente esvoaçante voando sem fim.
Poty – 21/11/2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Sorte
Fico a me perguntar,
Precisamos de sorte ou de oportunidade?
Será que sorte é ter direito de viver?!
Onde se ganha sorte?!
Nasce com ela
Ou ela vem?!
Será que é para todos
Ou para alguns?!
Onde se materializa,
No caça níquel,
No carteado,
Na noitada...
... Em Deus...
Para alguns há sorte,
E para outros azar.
Como se materializa?
Se não vem para todos...
Então há os fortes
E fracos.
Deixemos a sorte de lado
E faremos acontecer
Oportunidades para todos.
Poty – 11/10/2009
Precisamos de sorte ou de oportunidade?
Será que sorte é ter direito de viver?!
Onde se ganha sorte?!
Nasce com ela
Ou ela vem?!
Será que é para todos
Ou para alguns?!
Onde se materializa,
No caça níquel,
No carteado,
Na noitada...
... Em Deus...
Para alguns há sorte,
E para outros azar.
Como se materializa?
Se não vem para todos...
Então há os fortes
E fracos.
Deixemos a sorte de lado
E faremos acontecer
Oportunidades para todos.
Poty – 11/10/2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Descendência/ascendência
Está escrito na genética
A tua com a minha
A minha com a tua
Aparência.
Não tem como esconder,
Encontra-se na minúscula partícula
De nossos ancestrais.
Somos antepassados
Que as células nos conduzem.
Traz-se marcado
Traços traçado pelas digitais.
Não há de se negar
As aparências
Que nos é negada.
Transcende o que se descende.
Poty – 20/10/2009
A tua com a minha
A minha com a tua
Aparência.
Não tem como esconder,
Encontra-se na minúscula partícula
De nossos ancestrais.
Somos antepassados
Que as células nos conduzem.
Traz-se marcado
Traços traçado pelas digitais.
Não há de se negar
As aparências
Que nos é negada.
Transcende o que se descende.
Poty – 20/10/2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Nega-me
Nega-me o teu amor, a tua indiferença, a tua raiva, a tua insensatez, mas nunca a tua liberdade, porque não viveria.
Poty – 01/011/2009
Poty – 01/011/2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Há...
Há...
Há os que vivem
Há os que nascem
Há os que continuam vivendo
Há os que não querem nada com a vida
Há os que vivem numa boa
Há os que desistem de viver
Há os que não dão bola...
Há os que nem querem saber...
Há os sem destino/rumo
Há os que aproveitam
Há os que a tiram...
Há os que se jogam do precipício
Há os que somem
Há os que vão subitamente
Há os que nos deixam se avisar
Há os pelo menos dão recado
Há os que vão e não voltam mais
Há os que voltam e nem dão satisfação
Há os que permanecem
Há os que ficam para sempre
Há de tudo nesta vida
Poty – 31/10/2009
Há os que vivem
Há os que nascem
Há os que continuam vivendo
Há os que não querem nada com a vida
Há os que vivem numa boa
Há os que desistem de viver
Há os que não dão bola...
Há os que nem querem saber...
Há os sem destino/rumo
Há os que aproveitam
Há os que a tiram...
Há os que se jogam do precipício
Há os que somem
Há os que vão subitamente
Há os que nos deixam se avisar
Há os pelo menos dão recado
Há os que vão e não voltam mais
Há os que voltam e nem dão satisfação
Há os que permanecem
Há os que ficam para sempre
Há de tudo nesta vida
Poty – 31/10/2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Assexuada/sexuada
Se dizes que sou sua juventude, que te faço viver, então não és assexuada, és sexuada porque vives animada com minha presença, com minha vivacidade, com minha juventude, com minha animação, que sou a tua alegria personificada, que sou teu amor fraternal, mas quero ser carnal... É melhor carnal porque me excitas para vida, para além de minha imaginação...
Poty – 24/10/2009
Poty – 24/10/2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Minha
Minha Carlota Joaquina...
Minha diva no divã...
Minha rainha sem realeza...
Minha santa sem altar...
Minha advogada sem direito/sem causa...
Minha, mas pode ser livre sem pestanejar...
Minha Deusa sem dono...
Minha fã no afã...
Minha musa lusa...
Minha jovem menina...
Minha mulher que aqui termina,
Mas fica a marca de estima.
Poty – 04/10/2009
Minha diva no divã...
Minha rainha sem realeza...
Minha santa sem altar...
Minha advogada sem direito/sem causa...
Minha, mas pode ser livre sem pestanejar...
Minha Deusa sem dono...
Minha fã no afã...
Minha musa lusa...
Minha jovem menina...
Minha mulher que aqui termina,
Mas fica a marca de estima.
Poty – 04/10/2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Sol, meu Sol
Sol, meu Sol
Ilumina esta escuridão que quer invadir...
Irradia o meu amanhecer...
Jorre teus raios sobre nós...
Sol, meu Sol.
Não me queime, mas quero raiando o dia
Para com você a navegar.
Vai, brilha e
Esquenta
Meu sol.
Aquece-me.
Poty – 05/09/009
Ilumina esta escuridão que quer invadir...
Irradia o meu amanhecer...
Jorre teus raios sobre nós...
Sol, meu Sol.
Não me queime, mas quero raiando o dia
Para com você a navegar.
Vai, brilha e
Esquenta
Meu sol.
Aquece-me.
Poty – 05/09/009
domingo, 6 de setembro de 2009
Inspire-se
Surge do nada...
De alguma observação...
De algo que chama atenção...
D’um estalo,
D’um olhar,
De qualquer acontecimento...
Fonte inspiradora, você mulher.
Tudo há inspiração
Solte a imaginação.
Deixe teus sentimentos falar alto.
Dance se for possível.
Cante sem saber cantar.
Escreva sem parar
Para a inspiração não falhar...
Inspire-se, não deixe para depois!
Poty – 05/09/09
De alguma observação...
De algo que chama atenção...
D’um estalo,
D’um olhar,
De qualquer acontecimento...
Fonte inspiradora, você mulher.
Tudo há inspiração
Solte a imaginação.
Deixe teus sentimentos falar alto.
Dance se for possível.
Cante sem saber cantar.
Escreva sem parar
Para a inspiração não falhar...
Inspire-se, não deixe para depois!
Poty – 05/09/09
domingo, 30 de agosto de 2009
Gotas e Penas
Gotas caem...
Vai gota molha meu coração!
Penas voam...
Dão asas a imaginação,
Fustiga a pousar em minhas mãos
Sublimes plumas com sua leveza vão ao ar.
Poty - 30/08/2009
Vai gota molha meu coração!
Penas voam...
Dão asas a imaginação,
Fustiga a pousar em minhas mãos
Sublimes plumas com sua leveza vão ao ar.
Poty - 30/08/2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Fico a te esperar
Fico a te esperar
Entre olhares
Mil...
O tempo passa
E você
Não vem.
O que faço
Sem você?!
Espero
Ou
Parto pra outra?
A resposta
Só
O tempo dirá!
Não sou
De
Esperar,
Mas
Não quero
Deixar você!
Naquele
Instante,
Fico
Com outra,
Mas
Não deixo
De
Pensar
No
Esperar
Em você.
Não faça
Mais isto,
Não
Sou
De ferro...
Sou
Tentação,
Paixão
Sem
Razão.
Quero
Amar
Você,
Sem não vem,
Amo outro alguém.
Poty – 28/08/2009
Entre olhares
Mil...
O tempo passa
E você
Não vem.
O que faço
Sem você?!
Espero
Ou
Parto pra outra?
A resposta
Só
O tempo dirá!
Não sou
De
Esperar,
Mas
Não quero
Deixar você!
Naquele
Instante,
Fico
Com outra,
Mas
Não deixo
De
Pensar
No
Esperar
Em você.
Não faça
Mais isto,
Não
Sou
De ferro...
Sou
Tentação,
Paixão
Sem
Razão.
Quero
Amar
Você,
Sem não vem,
Amo outro alguém.
Poty – 28/08/2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Liberte-se
A mente tem que se soltar.
Livre para voa.
Deixar levitar a mente,
O corpo não...
... é como a pluma no ar!...
Quando a mente se solta,
O corpo voa.
Sinta-se livre!
Sinta-se leve!
Sinta-se como se fosse à ave a voar ao horizonte...
Sem que perceba se há algo a atrapalhar...
Quando voa nada atrapalha...
Não tenha medo de fazer, reaja-o...
Fuja dele, faça sua fantasia, seu desejos e não se re-crime...
Desfrute de tua satisfação...
Deixe ir embora à insatisfação.
Aproveite enquanto há tempo...
Poderá ser tarde quando quiser...
Deixe fluir a mente.
Sentimentos presos,
Desejos que se encontram no calabouço...
O mal é não realizar,
Doente fica se não externar...
Nem que seja no menor lugar...
Não precisa o mundo saber,
Apenas seja você.
Poty – 22/08/2009
Livre para voa.
Deixar levitar a mente,
O corpo não...
... é como a pluma no ar!...
Quando a mente se solta,
O corpo voa.
Sinta-se livre!
Sinta-se leve!
Sinta-se como se fosse à ave a voar ao horizonte...
Sem que perceba se há algo a atrapalhar...
Quando voa nada atrapalha...
Não tenha medo de fazer, reaja-o...
Fuja dele, faça sua fantasia, seu desejos e não se re-crime...
Desfrute de tua satisfação...
Deixe ir embora à insatisfação.
Aproveite enquanto há tempo...
Poderá ser tarde quando quiser...
Deixe fluir a mente.
Sentimentos presos,
Desejos que se encontram no calabouço...
O mal é não realizar,
Doente fica se não externar...
Nem que seja no menor lugar...
Não precisa o mundo saber,
Apenas seja você.
Poty – 22/08/2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Recado
Alguns escrevem um livro com lindas palavras, às vezes incompreensível que precisa até de um dicionário na cabeceira da cama, na mesa, onde estiver.
Outro no jornal: na capa, na coluna social, na página policial.
Tem os críticos de cinema, de teatro, de dança, de novela, até de tudo que aparece dão seu recado.
Os analistas que analisam tudo.
E os comentaristas nem se fala!
Tem os que encenam, representam, cantam, interpretam, traduz e faz emocionar.
Eu apenas mando meu recado por alguém, pelo pombo correio, por sedex, por e-mail e às vezes vou pessoalmente levá-lo.
poty - 22/08/2009
Outro no jornal: na capa, na coluna social, na página policial.
Tem os críticos de cinema, de teatro, de dança, de novela, até de tudo que aparece dão seu recado.
Os analistas que analisam tudo.
E os comentaristas nem se fala!
Tem os que encenam, representam, cantam, interpretam, traduz e faz emocionar.
Eu apenas mando meu recado por alguém, pelo pombo correio, por sedex, por e-mail e às vezes vou pessoalmente levá-lo.
poty - 22/08/2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Detenha-me
Meus pensamentos são vorazes,
Tão aguçados...
Então me detenha!
Hoje meu dia é de cão,
Venha detenha-me!
A situação é caótica
Não deixe de me deter!
Sou teu furor...
Não tem como me deter!
Serei teu juiz
Sem prejuízo...
Algoz de tua insatisfação
Teu caso infernal
Não tem nada anormal
Neste mundo normal.
... Venha detenha-me!...
Caberá a você deter-me!
Caso contrário serei a tua penúria.
Astúcia em minha detenção.
Poty – 14/08/2009
Tão aguçados...
Então me detenha!
Hoje meu dia é de cão,
Venha detenha-me!
A situação é caótica
Não deixe de me deter!
Sou teu furor...
Não tem como me deter!
Serei teu juiz
Sem prejuízo...
Algoz de tua insatisfação
Teu caso infernal
Não tem nada anormal
Neste mundo normal.
... Venha detenha-me!...
Caberá a você deter-me!
Caso contrário serei a tua penúria.
Astúcia em minha detenção.
Poty – 14/08/2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Nada
Nada
Não dou nada
Não faço nada
Nada não faço
Não faz nada
Ando no nada,
Ando sem nada...
No nada eu fico
Nado no nada...
Nada nadando
Fico nadando
Fico sem nada
Não quero nada
O nada não é solução...
Nada é o vácuo sem animação.
Eu não tenho nada,
Mas o nada está em mim...
O nada toma conta de mim
De mim ele toma conta e me decepciona...
Vislumbro o nada no horizonte
Poty – 09/08/2009
Não dou nada
Não faço nada
Nada não faço
Não faz nada
Ando no nada,
Ando sem nada...
No nada eu fico
Nado no nada...
Nada nadando
Fico nadando
Fico sem nada
Não quero nada
O nada não é solução...
Nada é o vácuo sem animação.
Eu não tenho nada,
Mas o nada está em mim...
O nada toma conta de mim
De mim ele toma conta e me decepciona...
Vislumbro o nada no horizonte
Poty – 09/08/2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Vai Pai...
Vai pai...
Abraça-me
Feito homem
Tua presença
Satisfaz-me
Não faz mal
Sentir
Teu carinho
Tua sensibilidade escondida,
Nunca dita,
Nem externada
Mais sei que tens.
Sei que preciso
De tua firmeza –
Com certeza –
Ela
Será
Minha
Afirmação.
Poty – 09/09/2009
Abraça-me
Feito homem
Tua presença
Satisfaz-me
Não faz mal
Sentir
Teu carinho
Tua sensibilidade escondida,
Nunca dita,
Nem externada
Mais sei que tens.
Sei que preciso
De tua firmeza –
Com certeza –
Ela
Será
Minha
Afirmação.
Poty – 09/09/2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Desconstrução humana
Destruir
O que se construí...
... Não me venha com esta
Que somos seres racionais,
Mas para quê tanta irracionalidade?!
A banalidade
Destitui
A capacidade de perceber
De ater-se
De relacionar-se
Não tem como negar
A existência do caos...
... Dele pode ser que
Consigamos reatar-se
Com o universo.
Alguns vendo morrer
Ajuda a matar,
Outros nem dá a mínima
E vão seguindo como se não
Acontecesse nada,
Mas este nada
Vira contra eles!
Enquanto tiver em busca
Incessante da perfeição
Além da condição humana,
Haverá intolerância;
Precisa sim,
Captar que a composição –
Mal/bom, bem/mau –
Está intrínseca
Em nós animais
Ditos racionais.
É saber aprender
A lhe dar com
Esta condição
E, assim saberemos
Conviver em harmonia
Conosco e com os
Demais desta energia universal.
Poty – 08/08/2009
O que se construí...
... Não me venha com esta
Que somos seres racionais,
Mas para quê tanta irracionalidade?!
A banalidade
Destitui
A capacidade de perceber
De ater-se
De relacionar-se
Não tem como negar
A existência do caos...
... Dele pode ser que
Consigamos reatar-se
Com o universo.
Alguns vendo morrer
Ajuda a matar,
Outros nem dá a mínima
E vão seguindo como se não
Acontecesse nada,
Mas este nada
Vira contra eles!
Enquanto tiver em busca
Incessante da perfeição
Além da condição humana,
Haverá intolerância;
Precisa sim,
Captar que a composição –
Mal/bom, bem/mau –
Está intrínseca
Em nós animais
Ditos racionais.
É saber aprender
A lhe dar com
Esta condição
E, assim saberemos
Conviver em harmonia
Conosco e com os
Demais desta energia universal.
Poty – 08/08/2009
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