domingo, 9 de março de 2014

A pedra



Lanço a pedra e a deixo no ar para vê no que dá!
Poty – 24/02/2014

Quer Assanhado



Quer mais assanhado,
Que eu ficasse a vontade
É assim que gosta.
Se sente ruborizada, mas adora.
Mexe com sua libido,
Faz repensar como foi educada.
Poty – 24/02/2014

Ela esperando



Ela esperando, coitadinha...
Vem olhar se tem.
Fica na expectativa, às vezes vai ter outras não.
Espera assim mesmo e fica alegre quando encontra.
Não posso prometer.
Não quero ser malvado.
Apenas realista!
Poty – 24/02/2014

Culpas




Culpas, apontados/acusados/delatados...
Julgamentos condenados incriminados/inseminados...  
Julgam sem ser julgados
Acusam e acham sem culpas...
Pecados com desculpas!
Pensas já com culpa, mas pensa.
Ditam as desculpas e culpas, pecado nem se fala e depois se condenam.
Penitenciam-se da culpa do ditador/delator.
Não faz nada por causa desta chamada culpa usando a desculpa e sofre com culpa de não realizar e pede desculpas, para quê? Se a vontade por si só é dolosa de não fazer o que quer.
Ficas em arrependimento para quê? Enches de prazer e foge de si.
Não me venhas com contrição.
O que pensas vai além da imaginação e os ditadores percebem e jogam contra, lançam ideias com palavras fáceis de pecado e você enlouquece sem saber o que falar e o que sente fica em segundas intenções.
Ficas no prejuízo entre o querer e os que usam do moralismo para com as tuas necessidades. Torna-se sofrimento por resto da vida, não busca enfrentar achando que é verdade as ditas regras ditadas e tu condenada a continuar nesta triste situação.
Poty – 23/02/2014

Mal acotumado



Estou ficando mal acostumado (tê-la como amiga), esperando recado e respostas.
Quando não vem fica a sensação de que foi muito tempo.
Sinto falta de seu bate-papo.
Percebo que nos faz bem.
É troca de ideias, pensamentos e dedicação.
Poty – 23/02/2014

Escondeu em seu refúgio



Escondeu em seu próprio refúgio
E não quer mais, desapareceu.
Pensando nos seus dilemas, levando os meus.
Poty – 23/02/2014