segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Cada tijolo


De tijolo em tijolo
Vou percebendo
Como é fácil construir
Também ser depredado
E vai se amarrotando
Com o tempo a destruição
Não tem reparos
Me preparo para queda ou manutenção
Poty – 24/12/2012

Olhar o nada


 O nada a não dizer nada reflete sobre mim o seu nada que acaba com o olhar de qualquer um.
Poty – 24/12/2012

domingo, 23 de dezembro de 2012

Sem nada


Do nada
Surge o nada,
É para pensar
Sem saber o que responder;
Não quero saber nada
Fica dito nas entrelinhas.
Poty – 23/12/2012

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Fim do calendário Maia




Dia todo sem sol...
Deu trégua!
Calor ameno
Pelo menos

Chuva pra refrescar as ideias


As previsões mais ou menos
Sem calamidades
Os Deterministas ficaram sem terminar
Os ufanistas pior ainda não tem como se vangloriar

Vamos continuar sem acabar...
Deus sol
Hoje Deusa chuva
E assim se vai este mundo
Sem visão apocalíptica.
Poty – 21/12/2012

Força da natureza


Sobre sua morte
Revigora-se
Com força
Sem precedente.
Poty – 21/12/2012