sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Calor demais

Aja calor, não aguento mais aprecio meu corpo nu, prefiro linho, seda e algodão para esconder minhas genitálias.
Deixo escorrer/transpirar meu suo
Odor masculino sobre meu corpo
A roupa gruda
Toques sensuais a vista
Siluetas aparecem
Roupa e corpo molhados neste calor infernal
Quero brilhar coma sol
Sua brisa tocando em mim
Quero mais água
Deixo escorrer sobre meu corpo.
Poty – 09/11/2012

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A Cama


Momentos bons e bobos com travessuras que o quarto produz.
Fica aconchegante com meu travesseiro e durmo como criança.
Atrapalhado às vezes com meus sonhos...
Sonhos rebeldes
Obscenos

Até pesadelo.
Me relaciono muito bem com este imenso colchão...
Espalho meu corpo nele
Fico bem à vontade
Tem noite que só rolo sobre ele.
Poty – 07/11/2012
 

Riscos em vida

Aja risco! É o meu traçado sendo transformado e delineado.
Poty - 15/11/2012

Traços que transformou

Este traçado parece comigo, dei um colorido nele; entre o preto, vermelho e azul saiu perfeito.
Poty - 15/11/2012

Brincando com traços

Sobre meu traçado vou ditando a brincadeira.
Poty - 15/11/2012

Cores e traços

Cores em linhas e traços com flores.
Poty - 15/11/2012

Meu traçado

Vou delineando o meu jeito no traçado das cores!
Poty - 15/11/2012

Carinha

No meu traçado há sorriso e brincadeira sobreposta para facilitar a comunicação.
Poty - 15/11/2012

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Momentos

Tem momentos que não encontra explicação, acontece à atração!

O que adianta fazer comentários se acontece...

O que nos deixa intrigados é que pode sim ter encanto onde menos se espera

E ficaremos a fazer concessões até onde pode dar sem perder o encanto.

Sejamos até onde durar sem perder a ternura....

Poty – 03/11/2012
 

Eu choro quando você chora

Eu choro quando você chora.....

Minha sensibilidade aflora quando sinto que você está triste.



Me alegra quando você está sorrindo...

O mundo se torna mais aberto e feliz com tua felicidade.



Penso que você foge

Se esconde

E fica se achando pequena, mas o mundo cabe em você.

Não precisa disso porque você cabe em mim

Teus amigos

Os teus

E nos momentos mais difíceis vão estar contigo

Estarão pensando em ti.

Sente o que você sente.

Sabemos te entender porque este momento é só teu.

Passamos por isso também!

Poty – 16/10/2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Verdes do meu Natal

Verdes se vão, verdes surgem e não volta mais...
Verde verdejante... Temos que cuidar do que resta!
Reflorestar os mangues... Estão sumindo os caranguejos, goiamuns...
A riqueza lamacenta que a vida produz, vida dos Igapós os tiraram de lá!
Que progresso é esse? Verdes verdejantes...
Cuidar: na estrita palavra sem retórica!
Apenas histórica.
Não adianta deslumbrar do que resta, mas estar atento no que presta.
Não deixar cair na aresta do que resta deste verde verdejante.
Poty – 13/11/2012

Cidade chamada Natal

Praia... Sol... Dunas... Lagoas... Casas, casebres, mansões e espigões... Coqueiros... Neste emaranhado de coisas morros persistindo, resistindo e existindo.
Animais... Carros... Gente... Nesta triste e desumana mão do humano.
Até quando sobrará ou ficará esta tão bela e rica cidade que perdura na natureza?
Poty – 12/11/2012

Arco-Íris





Apareceu assim do nada
Sobre chuva e nuvens
De uma ponta a outra da cidade
Reluz sobre meu portão
De minha porta vi
Seu colorido fascina
E fascinados ficamos.
Poty – 13/11/2012

Briga por amor com o mundo


Há coisas que aparecem
em nossas vidas só para
Sentirmos falta

Foi assim sinto...
...do que sentia, não sinto mais
Ficou um buraco...
Como vai ser sem?
Como preencher esse vazio?
Não sofro nem choro
Mas sinto todos os dias....

Madulew_09/11/2012

Aves dançando



Entre suas asas coloridas
Curtiram-se
Fitaram-se
Ficaram
Se olhando
Se admirando
Capaz de haver ataque entre si
Postaram-se de unhas gravada no chão
Mas desfrutaram de sua dança.
Poty – 13/11/2012

Grafite e Grafiteiros




Sobre paredes e muros amarrotados e sujos
Vão surgindo grafite e grafiteiros
Com seu toque de arte vai embelezando a cidade
Colorindo a tão amarrotadas e carrancudas ruas
Deixando seu tom de luz, paz e harmonia.
Refletindo na caminhada dos transeuntes
Assim fazendo da depredação o espaço de contemplação.
Poty – 12/11/2012