quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Fulgás

Piso caminhos do meu tempo na
esperança fulgás
Em achar a tal felicidade
Sem entender que por certo
Tinha pisado nela

Muitas e muitas vezes
Mas devia estar olhando
Pro infinito....
Madulew_08/11/2012
 
 

Nado

















Tem muita água a correr embaixo da ponte e vou nadando pra não me afogar

To na minha, vou nadar pra não me afogar... Não diz nada, eu nado.

Poty – 30/10/2012

Teu gosto

Quero provar deste gosto malicioso
Diabólico
Insensato corpo alongado
Delineado.

Deste corpo silencioso
Escultural
Farto
Sem respostas.
Poty – 30/10/2012
 
 

Você me dixou?!


















Você me deixou?!

Fiquei sem saber o que fazer, saiu se dá nenhum um alô...

Fiquei pensando: o que fiz, será que disse algo errado? Ou que não gostou?...

Meu deus o que foi que fiz?

Ficou chateada com alguma palavra?

Não veio nenhuma resposta, apenas saiu sem deixar recado.

Eu fiquei parado, nem sabia o que pensar só tantas perguntas sem respostas.

Um turbilhão que passava em meus pensamentos:

Foi medo ou uma saída apenas

Ou só me deixou?

Poty – 26/10/2012

Visceral


Quando penso em ti não aguento
me expõe
Sou intenso
Fico amostra louco pra ti tocar
Faz-me tremer
Te quero loucamente
Não sei mais o que te dizer
Teu olhar me embebeda acende
Sensações alucinantes
Atento em meu corpo
Tua boca me consome
Tua voz me provoca
Meu encanto sem pudor
Acordo pensando em ti
Não sei mais o que fazer
Moras em mim
Sou totalmente visceral com teu
jeito de ser
Deixa-me assim sem saber o que
dizer
Poty_12/10/2012

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Utopia nua

Espero um dia te encontrar para por em dia as nossas fantasias e nosso encontro marcar... Realizar... Festejar esse encontro na mais tenra nostalgia com alegoria... Sintonia e com euforia... Destemida tentação com feição... Com estima prosseguimos num ritmo como se fosse dança... Entre corpos nus toque sobre toque... Êxtase total.
Poty – 27/10/2012

Lembranças


Tudo que passamos:

Momentos de tolices

Imprudência

Incertezas

Também alegres

Ora tristes...

Depois de tudo isso

Ficou lembranças e agora ditas em palavras...

Poty – 22/10/2012

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Louca paixão

A louca paixão, tola e louca e insana que me satisfaz!
Serei ela sem ser falso
O verbo estar sobre mim
Como estar à loucura.
Poty – 06/11/2012

Anjo ou Demônio?

Anjo ou demônio?

Os dois:

Ora anjo, ora demônio.

Perverso em tuas aspirações

Bem feitor em tuas maledicências

Sou tua calmaria

Também teu vulcão

Poty – 17/10/2012

Sentir tua paixão

Como é bom sentir tua paixão, você perto de mim, teu carinho para comigo...

Teu sorriso irradiando...

Você me chamando de querido... Meu ego a mil... Sentindo você pulsando... Teu coração acelerando... Eu regozijando... Você se animando... Sinto-me bem contigo.

Poty – 26/10/2012

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mora no meu coração

Moras em meu coração
Não tem perdão 
Só compaixão com mais paixão
Vou fazer pichação em seu coração
Grafitar teu corpo com muita ação
Não tem reclamação

Vai ser com predestinação
Com resignação 
Aprenderá até satisfação
Não esqueça viver com animação
Tem momento de baixa
Mas siga pra cima 
Tens força e calor amigo para garantir viva com essência e determinação
Poty – 04/11/2012


 

Demora

Você demora
Não sei se foi ou fica escondida
Se realmente não quer falar
Ou se tem medo de realizar
Ou só é fogo de palha
Acende e some levado pelo vento queimando por onde passa
Não sei mais o que pensar!
Não sei se fico ou deixo
Na mesma proporção do fogo ou do vento
Se vai apagar ou acender mais!
A sensação é de saber
Sua demora é tortura!
Poty – 03/11/2012

Erros

Errei com minha insensatez, com minha intensidade louca desvairada, errei porque você queria mais do que te dei, mas não é motivo pra gente ficar se machucando, se maltratando. Quero ficar com os momentos que tivemos ora tolos, cheios de paixões foram intensos insanos mais foram bons!

Aprendi muito com você enfim achei alguém que não precisava estar disfarçando minha loucura...
Excitação exacerbada...
Meu corpo envelhecido, rosto marcado sem nenhum pudor.
Quando precisar falar, conversar estarei a disposição. Quando precisar de sorrir estarei sorrindo. Quando precisar trocar ideias trocarei.
Poty – 30/10/2012


 

Entre corpos

















Você delirou
Eu fitei tudo
Não teve descanso
Foi arranjo
Houve apetrechos 
Fetiches
Desejos
Loucura acima de qualquer situação
Não existiu pecado
Foi com aspiração
Assimilou-se 
Corpos entre corpos
Inalterados 
Alterados
Num mesmo tempo
Poty – 03/11/2012

domingo, 4 de novembro de 2012

Quando?

Quando será?
Não sei!
Você sabe? 
Talvez!
Se queres 
Não diz quando
Espero, não sei mais!
Seu silêncio é tentação
Superação de algo que não aconteceu
Trajeto de um caminho que não se fez
Fica a dúvida
Não respondo o que não sei nem saberei a tua resposta porque não vem à pergunta...
Fica a pergunta: quando?
Poty – 03/11/2012

Tua amizade

Tinha medo de perder tua amizade
Sua fala
Seu sorriso
Este teu jeito louco
Mas sensível por demais

Teu calor quer ferver qualquer um
A tua vontade de se doar no que faz.
Poty – 30/10/2012


 


 

sábado, 3 de novembro de 2012

Ser humanos queridos



Quando se ta com pessoas queridas o tempo não é nada, nem se dar conta do tempo...
O tempo é você, eu...
O tempo é o coração...
Os pensamentos que duram...
O tempo é a solução...
Deixo o tempo rolar.
Poty – 02/11/2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Livro




Vamos doar!
Não jogar fora!
Compartilhar o nosso saber para com os que não têm oportunidades, não tem chance de comprar e nem sabe ler (vamos ler para eles).
Aproveite o seu livro que não quer mais passe para outra mão, outros olhares, outros curiosos e sedentos de leituras.
Não deixe o mofo, os ratos, as aranhas e a poluição tomarem conta.
Não expor para ser carcomido pelo tempo.
Passe repasse seja você mesmo o leitor daqueles que não podem ler!
Poty – 24/10/2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Chuva chegando

Chuvinha começando
Escuro...
Dentro de casa muito escuro
Lar fora também!
Tive que acender a luz
Fazia barulho
Parecia longe
Era o trovão falando
Rasgando as nuvens
Suas rajadas eram fortes
Prenúncio de que tudo ia despencar
Ouvia bater no chão
Eram os pingos vindos dos altos do céu
Poty – 22/10/2012