Você bem longe
Eu aqui,
Quanto mais longe
Sinto mais próxima...
Como se fosse uma eternidade a tua viagem...
Vem logo!
Que te amarei para sempre,
Como se fosse o começo...
Iniciando outra vez
E não deixar que a rotina tome conta,
Mas fazer dela a novidade de um novo amanhã
Não me deixe aqui...
Você bem longe,
Eu num mundo sem fim,
Mas vai acabar logo ali...
Conto os dias que faltam!
Não sei o que fazer mais,
Mas não perco a esperança
De que terás meus braços
E terei os teus.
Poty – 05/02/2008
domingo, 13 de novembro de 2011
Medo
Não devemos ter medo do outro, mas da maldade que o trai;
Não devemos ter que fugir, mas seguir;
Não devemos ter medo da liberdade, mas da prisão;
Não devemos remediar, mas arriscar;
Não devemos se esconder por causa do amor, mas por causa da violência;
Não devemos se esconder da vida, mas do que se acaba;
Não devemos ter medo da solidariedade, mas da indiferença;
Não devemos ter medo dos seres, mas da banalidade que as impõem.
Poty – 10/01/2008
Não devemos ter que fugir, mas seguir;
Não devemos ter medo da liberdade, mas da prisão;
Não devemos remediar, mas arriscar;
Não devemos se esconder por causa do amor, mas por causa da violência;
Não devemos se esconder da vida, mas do que se acaba;
Não devemos ter medo da solidariedade, mas da indiferença;
Não devemos ter medo dos seres, mas da banalidade que as impõem.
Poty – 10/01/2008
sábado, 16 de julho de 2011
Sentado no banco do hospital
Aquele vestido preto

Quando te vi naquele vestido preto,
Colado no corpo...
Dando forma...
Extasiou-me!
Quando chegou perto de mim
Com teu toque de menina mulher
Querendo abraço, beijo e carinho...
Fiquei embriagado
Com tua vontade
Com teu abraço
Teu aperto...
Num sufoco malicioso,
Mas gostoso
Eu,
Em minha mente
Você é minha
Neste momento...
Naquele instante,
Foi excitante!
O beijo que você me deu
A leveza do ser se tornava...
Não queria que fosse embora,
A noite se ia,
Mas o dia surgia
E o sol aparecia
Como queria que este dia fosse uma eterna magia,
Não como outro qualquer...
Vem mulher mata minha sede
Que te darei a minha água para ensopar nossa secura...
... Fantasia que viaja com tanta ternura...
Aquele vestido preto que me seduziu
No corpo da mulher tocando no meu
Fez-me sentir frio
Suei na dança que a toquei
Beija-me, beijo você.
Que o corpo respondeu
Cativou-me no toque que me deu.
Poty – 31/01/2008
Eu e você

Você apareceu como se fosse um relâmpago
Que queima fazendo barulho
Dando rajadas...
Mas acalma
A alma...
O fogo que acendeu,
Mas não matou
O corpo,
Apenas mexeu com a libido que ensandeceu...
No aperto
No tocar
No dançar
No beijar
No olhar
No querer ficar,
Mas fica para outro dia
Numa eterna sinfonia
... Quero você como a minha harmonia...
Sem tirar a tua,
A nossa alegria,
Mas seremos o que poderemos ser...
Sem remorso do que podemos fazer,
Mas faremos tudo de maravilhoso
Que a vida nos proporciona...
Apenas deixemos acontecer
E não querer saber...
Deixa acontecer...
Viajaremos onde ninguém jamais foi...
Seremos nós dois
Poty – 31/01/2008
Você tem...
Faço...
Eu vi
Estrela rainha
Lágrimas
Saudade sofredora

Quando te vejo
Sinto muito calor
Sinto calafrios
Sinto tudo que possa imaginar
Você deixa-me sofrendo
Passando mal...
Você arranca meu coração
Faz-me chorar de saudades...
Sinto-me fraco para trabalhar
Sinto-me como se fosse um menino sem brincar
Querendo você aqui bem perto de mim
Não me deixe como um homem sofredor
Quero sua dor
Não me deixa calar pela dor...
Não consigo ficar aqui sem você
Quero você
Amo você...
Não deixe ficar muito tempo
Esperando-te
Não quero esperar
Quero tê-la para sempre
Poty – 16/01/2008
Medo

Não devemos ter medo do outro, mas da maldade que o trai;
Não devemos ter que fugir, mas seguir;
Não devemos ter medo da liberdade, mas da prisão;
Não devemos remediar, mas arriscar;
Não devemos se esconder por causa do amor, mas por causa da violência;
Não devemos se esconder da vida, mas do que se acaba;
Não devemos ter medo da solidariedade, mas da indiferença;
Não devemos ter medo dos seres, mas da banalidade que as impõem.
Poty – 10/01/2008
Insano
Sinto sua falta

Prefiro você de qualquer jeito,
Quero você bem perto de mim,
Quero teu cheiro,
Teu odor,
Mas que seja aqui,
Ao meu lado
Para sentir teu corpo ao meu.
Prefiro você em meus braços à bem longe...
É melhor tê-la no aconchego para ter este olhar azul do céu,
Mas verde do mar que brilha quando amada, acariciada do deleite da cama,
Mas pode ser nos quatro cantos da casa.
Prefiro você entrelaçada comigo fazendo sexo, gozando, delirando...
Mas também brigando, discutindo...
Quem sabe dançando, conversando.
Quero você no nosso cantinho pintada, formosa, perfumada,
Mas pode ser de cara limpa,
De peito aberto
De mente livre...
Que venha voando como uma pluma,
Mas forte com uma loba...
Seja no cio
Com brio,
Mas me dê calafrios.
Quero você como nasceu
Aceite-me como conheceu
Porque te quero com o seu jeito que apareceu...
Mulher menina madura que aprendeu.
Prefiro aqui,
Nem que seja para ficar em silêncio,
Mas que esteja presente.
Prefiro aqui,
Nem que seja para ouvir tua voz,
Teu suspiro,
Teu dengo,
Deliciar tua comida.
Prefiro aqui,
Nem que seja para pensarmos diferente,
Mas é melhor do que está ausente.
Poty – 04/01/2008
Escolhas
As escolhas são difíceis, mas são as nossas escolhas...
Colha dela a experiência que trás...
Nunca a amargura do aprendizado,
Mas a acolhida de tudo dela que se fez porque não se volta mais atrás...
O que foi feito não se colhe mais.
Poty – 04/01/2008
Colha dela a experiência que trás...
Nunca a amargura do aprendizado,
Mas a acolhida de tudo dela que se fez porque não se volta mais atrás...
O que foi feito não se colhe mais.
Poty – 04/01/2008
Entre o poeta e o pintor
Você pinta
Eu escrevo
Você faz/maneja seres
Eu falo sobre eles/para eles
Você expressa em imagens
Eu em letras
Você encanta em cores
Eu em palavras
Você faz formas
Eu versos
Você faz nascer em telas
Eu em palavras
Você viaja nas linhas
Eu nas entrelinhas
Você imagina pitando
Eu escrevo imaginando
Você encanta os olhos
Eu a mente
Você satisfaz
Eu seduzo
Você idealiza
Eu harmonizo
Você pitando
Eu poetando
Você um pintor da vida
Eu um poeta do amor
Amigo/irmão/camarada
Vai ser de todas as jornadas
Poty – 08/01/2008
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Homenageando as mães
Esta mensagem vai às Mães adolescentes/jovens/de mais idade, mas lutadores!
Cada uma com sua singularidade, particularidade e com muita determinação com suas condições reais de criar seus filhos.
Estou aprendendo a entendê-las.
Sinto lisonjeado em homenageá-las, porque cada uma tem o que ensinar, tem seus momentos, tem o seu jeito de pedir e são maravilhosas!
Sei que não é só neste dia que são mães! São, será e serão para sempre, mas este dia é de festejar que está chegando, domingo, aproveitem! É Dia de Festa e Vocês merecem muito mais!
Beijos e abraços
Poty – 05/05/2011
Cada uma com sua singularidade, particularidade e com muita determinação com suas condições reais de criar seus filhos.
Estou aprendendo a entendê-las.
Sinto lisonjeado em homenageá-las, porque cada uma tem o que ensinar, tem seus momentos, tem o seu jeito de pedir e são maravilhosas!
Sei que não é só neste dia que são mães! São, será e serão para sempre, mas este dia é de festejar que está chegando, domingo, aproveitem! É Dia de Festa e Vocês merecem muito mais!
Beijos e abraços
Poty – 05/05/2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Sarau da mentira
SARAU DA MENTIRA NO 1° DE ABRIL
O quê: SARAU DA MENTIRA
Onde: ARISTOS LONDON HOUSE
Quando: dia 1° de abril
Hora: 23:00
Quanto: R$10,00
Poderia ser piada, mas é verdade que a trupe Da Gaveta apresentará o Sarau da Mentira no dia 1° de abril. O mote do evento pega carona no espírito do famoso “dia dos bobos”, e sob o guarda-chuva temático “mentira” a troupe aproveita para fazer sua reflexão crítica sobre o mundo, civilização, valores e esquisitices do homem contemporâneo.
A noite cultural acontece no Aristos London Pub e promete uma variada gama de gêneros e estilos artísticos, com apresentações de esquetes teatrais, récitas poéticas, prosa, dança música, vídeo, teatro de bonecos, comédia stand up, artes visuais e outros babados. De quebra, o Sarau da Mentira ainda disponibiliza uma área tipo “zona franca” para exposição e venda de peças artesanais No Bazar DaGaveta, estarão à disposição do público as bijuterias e luminárias de Dio Gonçalves, camisetas estampadas do Movimento Alforria , camisetas bordados artesanais da Polvo Store, e o livro “Sem poder e sem pudor” de Endrigo Demétrio. Fazendo a sua parte no azeitamento pró boa leitura, a organização está provocando a todos para participarem da Feira Livre: basta levar aqueles livros que já foram lidos e relidos, disponibilizá-los no balcão da feira e escolher outros títulos ali expostos, oferecidos em cortesia, no sistema troca-troca. Depois das apresentações, a festa continua com música para dançar.
O movimento cultural DaGaveta surgiu a partir da organização de escritores ainda no anonimato, no entorno da produção de um fanzine de mesmo nome, que publica os textos não utilizando censura ou orientação editorial e ainda é ofertado gratuitamente ao público. As múltiplas habilidades e dotes artísticos do grupo sugeriu um aproveitamento que veio a cristalizar-se na forma de sarau. O Sarau da Mentira foi antecedido pelo “Sarau do Desespero” e o ”Sarau da Loucura”.
As intervenções artísticas desta edição apresentarão criações próprias ou emprestadas de outros autores, mantendo o tema “mentira”. A proposta cultural do grupo é revisitar o cotidiano através de uma ótica crítica, manifestando pela arte suas inconformidades, seus sonhos e desejos, levando o público a refletir sobre as incoerências do dia-a-dia do presente estágio da civilização.
Uma programação extensa, com número superior a 30 quadros cuja duração média fica em torno de oito minutos cada, denunciará o ritmo da noitada. A apresentação será do controverso personagem Cláudio Troian, e o sarau mostrará bandas de rock (Lonely Heart Club Band, Vagabundos Iluminados, Jack Beer e outros), as cantoras Natália Ferrarini e Débora Chiari e a colorida e contagiante participação do movimento Hare Krishna; o teatro será apresentado por Jhow & Adriel, Karine Padilha e Paulo Nazareno (bonequeiro); stand ups comedy pocket de Gabriel Scopel, Rafael Campos, Gerônimo e Júnior Grandi; vídeos de Adriano Richardi, Gustavo Gasparin & Karine Padilha, Uili Bergamin; textos poéticos e em prosa por Zé dos Rios, Makian, Mônica Montanari, Johnny Ariotti e Jaqueline Pivotto, Jocélia Almeida, Poty e Andrius Wagner; a dança contará com o Essência Crew, Carla Barcellos e Mauro Copetti; o artista plástico Marcos Leal apresentará seus manequins originais e pintará o tema “mentira” ao vivo durante o evento. Por suas características e tradição, o sarau estará aberto para manifestações espontâneas, resguardado o seu viéz temático.
Trupe DaGaveta
domingo, 13 de março de 2011
Corpo sem idade
Corpo sem idade,
Mente sem fronteiras...
Corpo que grita
Corpo escultural
Corpo que rola,
Fica em pensamentos...
O corpo fala
O corpo responde,
Corresponde...
Corpo que se mexe,
Remexe...
Enche meus olhos,
Não sei o que fazer
É uma tentação...
Bem assim que acontece
E vai continuar assim
Poty – 12/03/2011
Mente sem fronteiras...
Corpo que grita
Corpo escultural
Corpo que rola,
Fica em pensamentos...
O corpo fala
O corpo responde,
Corresponde...
Corpo que se mexe,
Remexe...
Enche meus olhos,
Não sei o que fazer
É uma tentação...
Bem assim que acontece
E vai continuar assim
Poty – 12/03/2011
sábado, 12 de março de 2011
Inesperado

Não estamos prontos para o inesperado...
Chega e nos pega de surpresa,
Será?!
Ou deixamos correr como se fosse algo que não acontecesse...
Acredito que se prefere nem falar sobre,
Prefere deixar a vida rolar,
Mas somos corpos fracos perante a composição genética.
Achamos que somos inacabáveis,
Imutáveis,
Ilimitados
E esquecemos que somos mutáveis,
Temos nossos limites
E seremos comidos pela mãe terra.
Tornaremos insignificante diante este planeta imenso.
Nunca imaginamos que o final fosse o que foi...
... A morte...
Que tanto falamos,
Mas quando chega é inesperadamente.
Poty – 27/02/2011
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