Não ganhei,
Mas tive carinho
Abraço e
Beijos.
Tive triste porque me senti mal com a desolação do outro.
Não quero presente por causa da pressão comercial,
Por obrigação,
Mas por livre escolha.
Quero ganhar presente
Por estima,
Dedicação,
Espontaneidade,
Amor e
Paixão.
Sem demérito aos que vivem achando que é oblação.
Há os que acham que compra os outros dando as migalhas
E há os que escolhem o presente que quer ganhar.
Quero ganhar presente,
Mas que seja sem pretensão.
Poty – 25/12/2009
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
domingo, 20 de dezembro de 2009
sábado, 28 de novembro de 2009
Sozinho...
Na escuridão
Do meu silêncio
Continuo a varar a noite
Fico a testar-me
Perante o silêncio
Que me faz calar
Sou o silêncio
Que não quer falar
Deixa-me quieto
Quero estar sozinho
Serei a calma
Que lavará a alma
A retidão
Com exatidão
O afastamento
Do dia
Que permeia em mim
O alongamento
Da noite
Que me toma conta
Na escuridão
Permaneço
E não quero mais nada
Poty – 28/11/2009
Do meu silêncio
Continuo a varar a noite
Fico a testar-me
Perante o silêncio
Que me faz calar
Sou o silêncio
Que não quer falar
Deixa-me quieto
Quero estar sozinho
Serei a calma
Que lavará a alma
A retidão
Com exatidão
O afastamento
Do dia
Que permeia em mim
O alongamento
Da noite
Que me toma conta
Na escuridão
Permaneço
E não quero mais nada
Poty – 28/11/2009
sábado, 21 de novembro de 2009
Distância
Que o sussurrar do vento te leve um beijo carinhoso e eterno e me deixe em seus pensamentos para que a distância não apague de ti minha existência.
Não deixarei apagar. Os ventos sopram no quadrante, - entre o sul e o norte, de leste a oeste - e carrega-me até ti. A distância é física de corpo presente, mas a gente sente com a mente esvoaçante voando sem fim.
Poty – 21/11/2009
Não deixarei apagar. Os ventos sopram no quadrante, - entre o sul e o norte, de leste a oeste - e carrega-me até ti. A distância é física de corpo presente, mas a gente sente com a mente esvoaçante voando sem fim.
Poty – 21/11/2009
sábado, 7 de novembro de 2009
Sorte
Fico a me perguntar,
Precisamos de sorte ou de oportunidade?
Será que sorte é ter direito de viver?!
Onde se ganha sorte?!
Nasce com ela
Ou ela vem?!
Será que é para todos
Ou para alguns?!
Onde se materializa,
No caça níquel,
No carteado,
Na noitada...
... Em Deus...
Para alguns há sorte,
E para outros azar.
Como se materializa?
Se não vem para todos...
Então há os fortes
E fracos.
Deixemos a sorte de lado
E faremos acontecer
Oportunidades para todos.
Poty – 11/10/2009
Precisamos de sorte ou de oportunidade?
Será que sorte é ter direito de viver?!
Onde se ganha sorte?!
Nasce com ela
Ou ela vem?!
Será que é para todos
Ou para alguns?!
Onde se materializa,
No caça níquel,
No carteado,
Na noitada...
... Em Deus...
Para alguns há sorte,
E para outros azar.
Como se materializa?
Se não vem para todos...
Então há os fortes
E fracos.
Deixemos a sorte de lado
E faremos acontecer
Oportunidades para todos.
Poty – 11/10/2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Descendência/ascendência
Está escrito na genética
A tua com a minha
A minha com a tua
Aparência.
Não tem como esconder,
Encontra-se na minúscula partícula
De nossos ancestrais.
Somos antepassados
Que as células nos conduzem.
Traz-se marcado
Traços traçado pelas digitais.
Não há de se negar
As aparências
Que nos é negada.
Transcende o que se descende.
Poty – 20/10/2009
A tua com a minha
A minha com a tua
Aparência.
Não tem como esconder,
Encontra-se na minúscula partícula
De nossos ancestrais.
Somos antepassados
Que as células nos conduzem.
Traz-se marcado
Traços traçado pelas digitais.
Não há de se negar
As aparências
Que nos é negada.
Transcende o que se descende.
Poty – 20/10/2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Nega-me
Nega-me o teu amor, a tua indiferença, a tua raiva, a tua insensatez, mas nunca a tua liberdade, porque não viveria.
Poty – 01/011/2009
Poty – 01/011/2009
sábado, 31 de outubro de 2009
Há...
Há...
Há os que vivem
Há os que nascem
Há os que continuam vivendo
Há os que não querem nada com a vida
Há os que vivem numa boa
Há os que desistem de viver
Há os que não dão bola...
Há os que nem querem saber...
Há os sem destino/rumo
Há os que aproveitam
Há os que a tiram...
Há os que se jogam do precipício
Há os que somem
Há os que vão subitamente
Há os que nos deixam se avisar
Há os pelo menos dão recado
Há os que vão e não voltam mais
Há os que voltam e nem dão satisfação
Há os que permanecem
Há os que ficam para sempre
Há de tudo nesta vida
Poty – 31/10/2009
Há os que vivem
Há os que nascem
Há os que continuam vivendo
Há os que não querem nada com a vida
Há os que vivem numa boa
Há os que desistem de viver
Há os que não dão bola...
Há os que nem querem saber...
Há os sem destino/rumo
Há os que aproveitam
Há os que a tiram...
Há os que se jogam do precipício
Há os que somem
Há os que vão subitamente
Há os que nos deixam se avisar
Há os pelo menos dão recado
Há os que vão e não voltam mais
Há os que voltam e nem dão satisfação
Há os que permanecem
Há os que ficam para sempre
Há de tudo nesta vida
Poty – 31/10/2009
domingo, 25 de outubro de 2009
Assexuada/sexuada
Se dizes que sou sua juventude, que te faço viver, então não és assexuada, és sexuada porque vives animada com minha presença, com minha vivacidade, com minha juventude, com minha animação, que sou a tua alegria personificada, que sou teu amor fraternal, mas quero ser carnal... É melhor carnal porque me excitas para vida, para além de minha imaginação...
Poty – 24/10/2009
Poty – 24/10/2009
sábado, 10 de outubro de 2009
Minha
Minha Carlota Joaquina...
Minha diva no divã...
Minha rainha sem realeza...
Minha santa sem altar...
Minha advogada sem direito/sem causa...
Minha, mas pode ser livre sem pestanejar...
Minha Deusa sem dono...
Minha fã no afã...
Minha musa lusa...
Minha jovem menina...
Minha mulher que aqui termina,
Mas fica a marca de estima.
Poty – 04/10/2009
Minha diva no divã...
Minha rainha sem realeza...
Minha santa sem altar...
Minha advogada sem direito/sem causa...
Minha, mas pode ser livre sem pestanejar...
Minha Deusa sem dono...
Minha fã no afã...
Minha musa lusa...
Minha jovem menina...
Minha mulher que aqui termina,
Mas fica a marca de estima.
Poty – 04/10/2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Sol, meu Sol
Sol, meu Sol
Ilumina esta escuridão que quer invadir...
Irradia o meu amanhecer...
Jorre teus raios sobre nós...
Sol, meu Sol.
Não me queime, mas quero raiando o dia
Para com você a navegar.
Vai, brilha e
Esquenta
Meu sol.
Aquece-me.
Poty – 05/09/009
Ilumina esta escuridão que quer invadir...
Irradia o meu amanhecer...
Jorre teus raios sobre nós...
Sol, meu Sol.
Não me queime, mas quero raiando o dia
Para com você a navegar.
Vai, brilha e
Esquenta
Meu sol.
Aquece-me.
Poty – 05/09/009
domingo, 6 de setembro de 2009
Inspire-se
Surge do nada...
De alguma observação...
De algo que chama atenção...
D’um estalo,
D’um olhar,
De qualquer acontecimento...
Fonte inspiradora, você mulher.
Tudo há inspiração
Solte a imaginação.
Deixe teus sentimentos falar alto.
Dance se for possível.
Cante sem saber cantar.
Escreva sem parar
Para a inspiração não falhar...
Inspire-se, não deixe para depois!
Poty – 05/09/09
De alguma observação...
De algo que chama atenção...
D’um estalo,
D’um olhar,
De qualquer acontecimento...
Fonte inspiradora, você mulher.
Tudo há inspiração
Solte a imaginação.
Deixe teus sentimentos falar alto.
Dance se for possível.
Cante sem saber cantar.
Escreva sem parar
Para a inspiração não falhar...
Inspire-se, não deixe para depois!
Poty – 05/09/09
domingo, 30 de agosto de 2009
Gotas e Penas
Gotas caem...
Vai gota molha meu coração!
Penas voam...
Dão asas a imaginação,
Fustiga a pousar em minhas mãos
Sublimes plumas com sua leveza vão ao ar.
Poty - 30/08/2009
Vai gota molha meu coração!
Penas voam...
Dão asas a imaginação,
Fustiga a pousar em minhas mãos
Sublimes plumas com sua leveza vão ao ar.
Poty - 30/08/2009
sábado, 29 de agosto de 2009
Fico a te esperar
Fico a te esperar
Entre olhares
Mil...
O tempo passa
E você
Não vem.
O que faço
Sem você?!
Espero
Ou
Parto pra outra?
A resposta
Só
O tempo dirá!
Não sou
De
Esperar,
Mas
Não quero
Deixar você!
Naquele
Instante,
Fico
Com outra,
Mas
Não deixo
De
Pensar
No
Esperar
Em você.
Não faça
Mais isto,
Não
Sou
De ferro...
Sou
Tentação,
Paixão
Sem
Razão.
Quero
Amar
Você,
Sem não vem,
Amo outro alguém.
Poty – 28/08/2009
Entre olhares
Mil...
O tempo passa
E você
Não vem.
O que faço
Sem você?!
Espero
Ou
Parto pra outra?
A resposta
Só
O tempo dirá!
Não sou
De
Esperar,
Mas
Não quero
Deixar você!
Naquele
Instante,
Fico
Com outra,
Mas
Não deixo
De
Pensar
No
Esperar
Em você.
Não faça
Mais isto,
Não
Sou
De ferro...
Sou
Tentação,
Paixão
Sem
Razão.
Quero
Amar
Você,
Sem não vem,
Amo outro alguém.
Poty – 28/08/2009
domingo, 23 de agosto de 2009
Liberte-se
A mente tem que se soltar.
Livre para voa.
Deixar levitar a mente,
O corpo não...
... é como a pluma no ar!...
Quando a mente se solta,
O corpo voa.
Sinta-se livre!
Sinta-se leve!
Sinta-se como se fosse à ave a voar ao horizonte...
Sem que perceba se há algo a atrapalhar...
Quando voa nada atrapalha...
Não tenha medo de fazer, reaja-o...
Fuja dele, faça sua fantasia, seu desejos e não se re-crime...
Desfrute de tua satisfação...
Deixe ir embora à insatisfação.
Aproveite enquanto há tempo...
Poderá ser tarde quando quiser...
Deixe fluir a mente.
Sentimentos presos,
Desejos que se encontram no calabouço...
O mal é não realizar,
Doente fica se não externar...
Nem que seja no menor lugar...
Não precisa o mundo saber,
Apenas seja você.
Poty – 22/08/2009
Livre para voa.
Deixar levitar a mente,
O corpo não...
... é como a pluma no ar!...
Quando a mente se solta,
O corpo voa.
Sinta-se livre!
Sinta-se leve!
Sinta-se como se fosse à ave a voar ao horizonte...
Sem que perceba se há algo a atrapalhar...
Quando voa nada atrapalha...
Não tenha medo de fazer, reaja-o...
Fuja dele, faça sua fantasia, seu desejos e não se re-crime...
Desfrute de tua satisfação...
Deixe ir embora à insatisfação.
Aproveite enquanto há tempo...
Poderá ser tarde quando quiser...
Deixe fluir a mente.
Sentimentos presos,
Desejos que se encontram no calabouço...
O mal é não realizar,
Doente fica se não externar...
Nem que seja no menor lugar...
Não precisa o mundo saber,
Apenas seja você.
Poty – 22/08/2009
sábado, 22 de agosto de 2009
Recado
Alguns escrevem um livro com lindas palavras, às vezes incompreensível que precisa até de um dicionário na cabeceira da cama, na mesa, onde estiver.
Outro no jornal: na capa, na coluna social, na página policial.
Tem os críticos de cinema, de teatro, de dança, de novela, até de tudo que aparece dão seu recado.
Os analistas que analisam tudo.
E os comentaristas nem se fala!
Tem os que encenam, representam, cantam, interpretam, traduz e faz emocionar.
Eu apenas mando meu recado por alguém, pelo pombo correio, por sedex, por e-mail e às vezes vou pessoalmente levá-lo.
poty - 22/08/2009
Outro no jornal: na capa, na coluna social, na página policial.
Tem os críticos de cinema, de teatro, de dança, de novela, até de tudo que aparece dão seu recado.
Os analistas que analisam tudo.
E os comentaristas nem se fala!
Tem os que encenam, representam, cantam, interpretam, traduz e faz emocionar.
Eu apenas mando meu recado por alguém, pelo pombo correio, por sedex, por e-mail e às vezes vou pessoalmente levá-lo.
poty - 22/08/2009
domingo, 16 de agosto de 2009
Detenha-me
Meus pensamentos são vorazes,
Tão aguçados...
Então me detenha!
Hoje meu dia é de cão,
Venha detenha-me!
A situação é caótica
Não deixe de me deter!
Sou teu furor...
Não tem como me deter!
Serei teu juiz
Sem prejuízo...
Algoz de tua insatisfação
Teu caso infernal
Não tem nada anormal
Neste mundo normal.
... Venha detenha-me!...
Caberá a você deter-me!
Caso contrário serei a tua penúria.
Astúcia em minha detenção.
Poty – 14/08/2009
Tão aguçados...
Então me detenha!
Hoje meu dia é de cão,
Venha detenha-me!
A situação é caótica
Não deixe de me deter!
Sou teu furor...
Não tem como me deter!
Serei teu juiz
Sem prejuízo...
Algoz de tua insatisfação
Teu caso infernal
Não tem nada anormal
Neste mundo normal.
... Venha detenha-me!...
Caberá a você deter-me!
Caso contrário serei a tua penúria.
Astúcia em minha detenção.
Poty – 14/08/2009
sábado, 15 de agosto de 2009
Nada
Nada
Não dou nada
Não faço nada
Nada não faço
Não faz nada
Ando no nada,
Ando sem nada...
No nada eu fico
Nado no nada...
Nada nadando
Fico nadando
Fico sem nada
Não quero nada
O nada não é solução...
Nada é o vácuo sem animação.
Eu não tenho nada,
Mas o nada está em mim...
O nada toma conta de mim
De mim ele toma conta e me decepciona...
Vislumbro o nada no horizonte
Poty – 09/08/2009
Não dou nada
Não faço nada
Nada não faço
Não faz nada
Ando no nada,
Ando sem nada...
No nada eu fico
Nado no nada...
Nada nadando
Fico nadando
Fico sem nada
Não quero nada
O nada não é solução...
Nada é o vácuo sem animação.
Eu não tenho nada,
Mas o nada está em mim...
O nada toma conta de mim
De mim ele toma conta e me decepciona...
Vislumbro o nada no horizonte
Poty – 09/08/2009
domingo, 9 de agosto de 2009
Vai Pai...
Vai pai...
Abraça-me
Feito homem
Tua presença
Satisfaz-me
Não faz mal
Sentir
Teu carinho
Tua sensibilidade escondida,
Nunca dita,
Nem externada
Mais sei que tens.
Sei que preciso
De tua firmeza –
Com certeza –
Ela
Será
Minha
Afirmação.
Poty – 09/09/2009
Abraça-me
Feito homem
Tua presença
Satisfaz-me
Não faz mal
Sentir
Teu carinho
Tua sensibilidade escondida,
Nunca dita,
Nem externada
Mais sei que tens.
Sei que preciso
De tua firmeza –
Com certeza –
Ela
Será
Minha
Afirmação.
Poty – 09/09/2009
sábado, 8 de agosto de 2009
Desconstrução humana
Destruir
O que se construí...
... Não me venha com esta
Que somos seres racionais,
Mas para quê tanta irracionalidade?!
A banalidade
Destitui
A capacidade de perceber
De ater-se
De relacionar-se
Não tem como negar
A existência do caos...
... Dele pode ser que
Consigamos reatar-se
Com o universo.
Alguns vendo morrer
Ajuda a matar,
Outros nem dá a mínima
E vão seguindo como se não
Acontecesse nada,
Mas este nada
Vira contra eles!
Enquanto tiver em busca
Incessante da perfeição
Além da condição humana,
Haverá intolerância;
Precisa sim,
Captar que a composição –
Mal/bom, bem/mau –
Está intrínseca
Em nós animais
Ditos racionais.
É saber aprender
A lhe dar com
Esta condição
E, assim saberemos
Conviver em harmonia
Conosco e com os
Demais desta energia universal.
Poty – 08/08/2009
O que se construí...
... Não me venha com esta
Que somos seres racionais,
Mas para quê tanta irracionalidade?!
A banalidade
Destitui
A capacidade de perceber
De ater-se
De relacionar-se
Não tem como negar
A existência do caos...
... Dele pode ser que
Consigamos reatar-se
Com o universo.
Alguns vendo morrer
Ajuda a matar,
Outros nem dá a mínima
E vão seguindo como se não
Acontecesse nada,
Mas este nada
Vira contra eles!
Enquanto tiver em busca
Incessante da perfeição
Além da condição humana,
Haverá intolerância;
Precisa sim,
Captar que a composição –
Mal/bom, bem/mau –
Está intrínseca
Em nós animais
Ditos racionais.
É saber aprender
A lhe dar com
Esta condição
E, assim saberemos
Conviver em harmonia
Conosco e com os
Demais desta energia universal.
Poty – 08/08/2009
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