domingo, 23 de dezembro de 2012

Sem nada


Do nada
Surge o nada,
É para pensar
Sem saber o que responder;
Não quero saber nada
Fica dito nas entrelinhas.
Poty – 23/12/2012

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Fim do calendário Maia




Dia todo sem sol...
Deu trégua!
Calor ameno
Pelo menos

Chuva pra refrescar as ideias


As previsões mais ou menos
Sem calamidades
Os Deterministas ficaram sem terminar
Os ufanistas pior ainda não tem como se vangloriar

Vamos continuar sem acabar...
Deus sol
Hoje Deusa chuva
E assim se vai este mundo
Sem visão apocalíptica.
Poty – 21/12/2012

Força da natureza


Sobre sua morte
Revigora-se
Com força
Sem precedente.
Poty – 21/12/2012

Destruição


Sobre as montanhas
Seguia as nuvens
Com desdém
Que o ser humano
Não saberia entender.
Ele apenas
Fica a observar
O que destrói.
Poty – 21/12/2012

Imagina-se

















Quando não se vê, se imagina!
São tantas coisas que se vem à mente!
Pensamentos a mil!
Desejos também!
Tipo alucinação
Sensação de prazer corre nas veias
Não há explicação
Só se sabe o que sente é apenas fogo e atração.
Poty – 03/11/2012

Nada é belo




Você chega
Eu saio
Sem você perceber
Sou gente
E você arrogante

Lugares dito elitizados
Casta presunçosa
Pessoas ditas de classe
Não tem nada de belo
Tudo é burguês

Acham-se donos do que não criaram
Copiaram
Apropriaram-se
De dia é belo
Mas é banal


De dia tentam usar o belo
Mas usam da arrogância
Em sua soberba roupagem
De aparência arrogante
É vulgar

Com o que foi celebrado no gueto
Adaptaram
Com seu faz de conta
Desfizeram como se nada acontecia antes de chegar
E elitizaram dissimulando o que era belo

O pior é à noite
Ainda se acham diferentes
No meio da gente
Nem belo
Nem vulgar
Usam o ato de encenar
Poty – 11/12/2012

Dinheiro

Dinheiro vem dinheiro vai
Quero apenas a lua brilhando minha noite
Inverto meus sonhos
Amigos neste momento não serve
É pura invenção

Não tenho amigos
Sigo meu mundo
Tento rever nas estrelas o brilho que não tem
É ilusão
Fico buscando na noite o que não tem solução





Não quero ninguém
É triste o dia
Não me convém
É minha sina

Seguir a trilha que não tem fim
Vou ter o rio dentro de mim
Transborda sem parar

Não quero guardar fraqueza
Acabou ficarei sem nada
Mas terei o som das trombetas para sentir-me vivo
E continuar sonhando como se fosse voar para sempre
Poty – 09/10/2012

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Sem noção






Ela com seu jeito toda desconcertada e pensativa vai tomando algo sem pensar no que vem depois.
Poty – 20/12/2012

Tudo no céu

Tudo no céu
A partir de meu olhar vejo o céu nublado ora límpido...
Nuvens dançam sob ele
Sol reluz
Estrelas brilham dando sentido a alguém
A lua
Oh! Lua!
Manifesta-se loucamente em meus pensamentos nórdicos...
Tem também o enlace da lua com o sol...
Tudo acontecendo sobre meu olhar...
Poty – 14/12/2012

Parte reclusão, parte inclusão

Sou parte reclusão
Silêncio
Sgir de mim mesmo
Sem querer conversar
Ficar imbuído em mim
Me trancar
Sem vontade de sair
Sem alusão a ninguém
A outra parte é total inclusão
Sem reparação
Sem ilusão
Com a parte que me cabe
E não devo a ninguém.
Poty – 19/12/2012

Seu amor

Ame-o e se arisque
Ame-o sem piscar
Ame-o por amar
 Ame-o sem cobrar
Ame-o sem tolerar
Ame-o sem abusar
Ame-o e vá correndo sem parar
Ame-o só ame-o
Se é pra correr que corra se é pra brincar que brinque se é pra cansar que canse,
mas ame-o sem reclamar.
Poty – 19/12/2012

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

O tempo que existo

Eu sou vida
Não importa os dias
As horas
Os anos...
Sou o que sou
Logo existo...
Não sou
Nem existo
Persisto
se existo,fico neste tempo que não é tempo

Poty – 15/12/2012