terça-feira, 13 de novembro de 2012

Cidade chamada Natal

Praia... Sol... Dunas... Lagoas... Casas, casebres, mansões e espigões... Coqueiros... Neste emaranhado de coisas morros persistindo, resistindo e existindo.
Animais... Carros... Gente... Nesta triste e desumana mão do humano.
Até quando sobrará ou ficará esta tão bela e rica cidade que perdura na natureza?
Poty – 12/11/2012

Arco-Íris





Apareceu assim do nada
Sobre chuva e nuvens
De uma ponta a outra da cidade
Reluz sobre meu portão
De minha porta vi
Seu colorido fascina
E fascinados ficamos.
Poty – 13/11/2012

Briga por amor com o mundo


Há coisas que aparecem
em nossas vidas só para
Sentirmos falta

Foi assim sinto...
...do que sentia, não sinto mais
Ficou um buraco...
Como vai ser sem?
Como preencher esse vazio?
Não sofro nem choro
Mas sinto todos os dias....

Madulew_09/11/2012

Aves dançando



Entre suas asas coloridas
Curtiram-se
Fitaram-se
Ficaram
Se olhando
Se admirando
Capaz de haver ataque entre si
Postaram-se de unhas gravada no chão
Mas desfrutaram de sua dança.
Poty – 13/11/2012

Grafite e Grafiteiros




Sobre paredes e muros amarrotados e sujos
Vão surgindo grafite e grafiteiros
Com seu toque de arte vai embelezando a cidade
Colorindo a tão amarrotadas e carrancudas ruas
Deixando seu tom de luz, paz e harmonia.
Refletindo na caminhada dos transeuntes
Assim fazendo da depredação o espaço de contemplação.
Poty – 12/11/2012

sábado, 10 de novembro de 2012

Arte na praça




Foi chegando com suas bugigangas
Apetrechos
E tudo mais que se construía
Apresentou sua arte em plena praça
Não importava na praça ficou
Porque ali é pura liberdade
Espaço livre e conjugou seu álibi.
Poty – 10/11/2012
 

 Obs: obra do artista plástico Marco leal