terça-feira, 6 de novembro de 2012

Louca paixão

A louca paixão, tola e louca e insana que me satisfaz!
Serei ela sem ser falso
O verbo estar sobre mim
Como estar à loucura.
Poty – 06/11/2012

Anjo ou Demônio?

Anjo ou demônio?

Os dois:

Ora anjo, ora demônio.

Perverso em tuas aspirações

Bem feitor em tuas maledicências

Sou tua calmaria

Também teu vulcão

Poty – 17/10/2012

Sentir tua paixão

Como é bom sentir tua paixão, você perto de mim, teu carinho para comigo...

Teu sorriso irradiando...

Você me chamando de querido... Meu ego a mil... Sentindo você pulsando... Teu coração acelerando... Eu regozijando... Você se animando... Sinto-me bem contigo.

Poty – 26/10/2012

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Mora no meu coração

Moras em meu coração
Não tem perdão 
Só compaixão com mais paixão
Vou fazer pichação em seu coração
Grafitar teu corpo com muita ação
Não tem reclamação

Vai ser com predestinação
Com resignação 
Aprenderá até satisfação
Não esqueça viver com animação
Tem momento de baixa
Mas siga pra cima 
Tens força e calor amigo para garantir viva com essência e determinação
Poty – 04/11/2012


 

Demora

Você demora
Não sei se foi ou fica escondida
Se realmente não quer falar
Ou se tem medo de realizar
Ou só é fogo de palha
Acende e some levado pelo vento queimando por onde passa
Não sei mais o que pensar!
Não sei se fico ou deixo
Na mesma proporção do fogo ou do vento
Se vai apagar ou acender mais!
A sensação é de saber
Sua demora é tortura!
Poty – 03/11/2012

Erros

Errei com minha insensatez, com minha intensidade louca desvairada, errei porque você queria mais do que te dei, mas não é motivo pra gente ficar se machucando, se maltratando. Quero ficar com os momentos que tivemos ora tolos, cheios de paixões foram intensos insanos mais foram bons!

Aprendi muito com você enfim achei alguém que não precisava estar disfarçando minha loucura...
Excitação exacerbada...
Meu corpo envelhecido, rosto marcado sem nenhum pudor.
Quando precisar falar, conversar estarei a disposição. Quando precisar de sorrir estarei sorrindo. Quando precisar trocar ideias trocarei.
Poty – 30/10/2012


 

Entre corpos

















Você delirou
Eu fitei tudo
Não teve descanso
Foi arranjo
Houve apetrechos 
Fetiches
Desejos
Loucura acima de qualquer situação
Não existiu pecado
Foi com aspiração
Assimilou-se 
Corpos entre corpos
Inalterados 
Alterados
Num mesmo tempo
Poty – 03/11/2012

domingo, 4 de novembro de 2012

Quando?

Quando será?
Não sei!
Você sabe? 
Talvez!
Se queres 
Não diz quando
Espero, não sei mais!
Seu silêncio é tentação
Superação de algo que não aconteceu
Trajeto de um caminho que não se fez
Fica a dúvida
Não respondo o que não sei nem saberei a tua resposta porque não vem à pergunta...
Fica a pergunta: quando?
Poty – 03/11/2012

Tua amizade

Tinha medo de perder tua amizade
Sua fala
Seu sorriso
Este teu jeito louco
Mas sensível por demais

Teu calor quer ferver qualquer um
A tua vontade de se doar no que faz.
Poty – 30/10/2012


 


 

sábado, 3 de novembro de 2012

Ser humanos queridos



Quando se ta com pessoas queridas o tempo não é nada, nem se dar conta do tempo...
O tempo é você, eu...
O tempo é o coração...
Os pensamentos que duram...
O tempo é a solução...
Deixo o tempo rolar.
Poty – 02/11/2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Livro




Vamos doar!
Não jogar fora!
Compartilhar o nosso saber para com os que não têm oportunidades, não tem chance de comprar e nem sabe ler (vamos ler para eles).
Aproveite o seu livro que não quer mais passe para outra mão, outros olhares, outros curiosos e sedentos de leituras.
Não deixe o mofo, os ratos, as aranhas e a poluição tomarem conta.
Não expor para ser carcomido pelo tempo.
Passe repasse seja você mesmo o leitor daqueles que não podem ler!
Poty – 24/10/2012

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Chuva chegando

Chuvinha começando
Escuro...
Dentro de casa muito escuro
Lar fora também!
Tive que acender a luz
Fazia barulho
Parecia longe
Era o trovão falando
Rasgando as nuvens
Suas rajadas eram fortes
Prenúncio de que tudo ia despencar
Ouvia bater no chão
Eram os pingos vindos dos altos do céu
Poty – 22/10/2012

Menino de rua



Foste abandonado
Teu nome trombadinha
Tua morada o submundo
As calçadas tua cama
Papelão teu lençol
Alimento, o Crack.
O Consolo, a cola.
O amigo, o traficante que te obriga a traficar.
O troco, o roubo para sobreviver.
O que fazer? 
Foi abandonado
Restou a violência
O amor, palavra vazia sem saber decifrar, nem deu tempo de aprender.
Poty – 02/01/2012